Desolada, família de policial assassinado fala em ‘pena de morte’
A família do policial Marcos Aurélio de Santi (conhecido como Marcão) estava desolada na no início da tarde desta sexta-feira, 14. Familiares acreditam que o assassinato esteja relacionado com a onda de crimes no Estado, promovida pelo crime organizado, que tem como alvo, policiais militares.
Ana de Santi, irmã disse que Marcão saiu pela manhã para fazer um trabalho de vigilância em uma distribuidora de doces. Por volta das 9h30 ela foi informada da morte do irmão.
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“Eu pretendo promover um movimento na sociedade para que o Brasil institua a pena de morte. Hoje o cidadão de bem fica preso em casa enquanto os bandidos estão dominando a cidade”, desabafou. Ela também afirmou que seu irmão havia dito que ficaria uns 30 dias sem aparecer no comércio da família para protegê-los.
“Como nós atendemos as pessoas, ele achou por bem ficar afastado para não levantar suspeita sobre o paradeiro de sua família”, relatou. No início da tarde a sargento PM Faria chegou a casa da família para que se tomassem as providências do velório e enterro. A policial afirmou também que todo o custo do sepultamento fica a cargo do Estado. O pai de Marcos Aurélio, José
Domingues de Santi, visivelmente desolado com o fato questionava “onde estão as pessoas dos ‘direitos humanos’. Agora não tem ninguém aqui. Eles só querem saber de proteger bandido”. A mãe, Ester de Santi procurava o apoio dos parentes e disse que naquele momento só queria ficar um pouquinho perto do filho assassinado. O corpo do policial foi levado no início da tarde para o Instituto Médico Legal (IML) e até o momento não se tem informação sobre o velório e o enterro.
MAIS UMA MORTE - O policial Marcos Aurélio de Santi, 43 anos, morto com seis tiros na manha desta sexta-feira, 14, na Vila São Jose, em São Carlos entra na estatística como sendo o 56º policial assassinado fora de serviço no Estado em 2012. Ao todo, contabilizando polícias militar e civil, já morreram 62 policiais incluindo também os militares mortos em serviço, segundo dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública.
Bullying e violência devem ser enfrentados
Para especialista, a violência escolar hoje em dia atinge ambos os lados, alunos, professores e toda a comunidade escolar e precisa ser monitorada por especialistas. A definição de violência e violência escolar é complexa e apenas uma denominação não pode explicitar de fato o que acontece dentro e fora dos muros da unidade escolar. Porém utiliza-se hoje o termo violência para aquilo que gera violência física, tratada em artigos por especialistas como Candau, Gilberto Velho, Sposito e outros, e também a psicológica ou simbólica, muito abordada pelo sociólogo francês Pierre Bordieu.
Para a pesquisadoraem Violência Escolar, Cleodelice Aparecida Zonato Fante: “Essa violência é algo bastante comum e os professores têm que estarem mais preparados. Porém não se pode cobrar do professor aquilo que não é oferecido a ele”, explica.
De acordo com a pesquisadora, “a violência psicológica é xingar, humilhar, excluir, ignorar, ameaçar, ofender. Já a agressão física é chutar e dar soco. Essa violência pode ser entre alunos, do aluno com direção ao professor, do professor com relação ao aluno.”
Outra situação importante é a questão do bulling. “Essa é mais específica e seria quando ocorre uma violência entre alunos. Muitas vezes por um aluno ou grupo que intimida outro aluno ou a vítima é mais fraca fisicamente ou de popularidade excluída do grupo”.
Segundo Cleodelice, isso gera uma consequência ruim para a criança. “O aluno pode não querer ir mais para a escola e ficar com baixa autoestima. Ela pode ter algum sintoma psicossomático”.
Ela ainda comenta que os autores acabam se envolvendo com amigos que têm esse comportamento agressivo. “Eles abusam de bebidas alcoólicas, de drogas e podem acabar tendo conflitos com os professores.”
A pesquisadora alerta sobre as razões do problema. “A violência em casa com os pais, a questão dos meninos serem mais agressivos que as meninas e a escola têm uma participação na responsabilidade. Escola onde as regras não são decididas em conjunto ou os alunos não participam.”
“Com essa realidade diferente, os professores não estão sendo preparados, eles têm dificuldades e acabam reagindo da forma não tanto técnica, mas de uma maneira que eles foram aprendendo com a vida. Quando o professor gritar para pedir silêncio, ele está agredindo e isso não pode acontecer, o professor tem que buscar alternativas para isso.”
Ela afirma que o professor deve usar da sua autoridade sim, mas em prol do aluno e de qual é o papel da instituição escolar. Deve haver regras sim, normas, mas essas devem ser dialogadas, justas, impostas consistentemente e sem diferenciar os alunos por etnia, religião, características físicas.
PM são-carlense é executado a tiros em Santos
O policial militar são-carlense Marcelo Fukusharo, 45 anos, e o segurança José Antonio Alves de Carvalho, 53 anos, foram assassinados a tiros na noite deste sábado, 6, na rua Rei Alberto I, 331, na Ponta da Praia.
Ambos foram baleados em frente a um buffet na Ponta da Praia. Homens em um veículo Hyundai preto, atiraram contra o policial, que estava em frente ao estabelecimento. A vítima caiu na calçada e foi socorrida por José Antonio Alves de Carvalho,
Vendo a vítima ser socorrida, o carro fez a conversão na rua, parou próximo ao corpo do policial e um homem encapuzado saiu de dentro do veículo, atirando novamente contra o oficial. Como Antonio estava socorrendo a vítima, acabou sendo ferido.
As duas vítimas chegaram a ser socorridas e levadas ao pronto-socorro, mas não resistiram aos ferimentos e morreram. O caso foi registrado no 1º DP de Santos.
Homem é executado com tiro no peito no centro de São Carlos
Um homem de 42 anos foi executado com três tiros, um deles no peito, por volta das 9h deste sábado, 8, na avenida Comendador Alfredo Maffei, próximo ao Sesc.
Segundo informações colhidas pela reportagem, Gonsales estava lavando a calçada com sua esposa quando ao entrar em seu veículo (um Escort) foi alvejado por três tiros que acertaram seu peito, tórax e outro na perna.
Mesmo ferido com gravidade Gonsales se levantou andou alguns metros e caiu. A motolância e a Unidade de Suporte Avançado do Samu, estiveram no local e tentaram reanimar a vítima, porém já estava morta.
A Polícia Científica e o delegado Edmundo Ferreira Gomes estiveram no local colhendo informações para a investigação. A PM registrou o boletim de ocorrência.
Cadete é esfaqueado em tentativa de roubo na Tusca
Um cadete da Força Aérea de Pirassununga escapou da morte após ser esfaqueado em uma tentativa de assalto na noite desta sexta-feira, 2, próximo ao ginásio municipal de esportes Milton Olaio Filho. Os autores das facadas não foram identificados e o crime aconteceu na rua Ernesto Gonçalves Rosa Junior.
O cadete Marcos Pigatto Mazzeo, 22 anos, disse que estava saindo do ginásio quando dois homens armados anunciaram o assalto. O cadete foi esfaqueado e socorrido pelo Samu até a Santa Casa, onde permaneceu internado em observação. O caso foi registrado pela PM no plantão.
Mãe agride filho de 2 anos com golpes de vara
Uma criança de 02 anos e oito meses ficou ferida depois de ser agredida com golpes de vara pela própria mãe. O fato ocorreu na noite de segunda feira (06) no CDHU. Segundo apurado, a dona de casa B.P.S. de 23 anos estava passeando com seu filho pela rotatória do CDHU quando a criança foi para o meio da rua e se sentou na sujeira
A mãe, em seguida, passou a agredir a criança com golpes de vara. Depois da sessão de tortura, vizinhos se revoltaram e acionaram a PM. O Conselho Tutelar foi acionado e comunicou o fato para a Polícia Civil que registrou um boletim de ocorrência de maus tratos. O garoto ficou sob a custódia provisória de uma tia.
Homem é executado com tiro no peito no centro de São Carlos
Um homem de 42 anos foi executado com três tiros, um deles no peito, por volta das 9h deste sábado, 8, na avenida Comendador Alfredo Maffei, próximo ao Sesc.
Segundo informações colhidas pela reportagem, Gonsales estava lavando a calçada com sua esposa quando ao entrar em seu veículo (um Escort) foi alvejado por três tiros que acertaram seu peito, tórax e outro na perna.
Mesmo ferido com gravidade Gonsales se levantou andou alguns metros e caiu. A motolância e a Unidade de Suporte Avançado do Samu, estiveram no local e tentaram reanimar a vítima, porém já estava morta.
A Polícia Científica e o delegado Edmundo Ferreira Gomes estiveram no local colhendo informações para a investigação. A PM registrou o boletim de ocorrência.
Homem é agredido a pauladas em Ibaté
Um ato de covardia aconteceu por volta das 19h deste sábado, 17, na rua Paulino Carlos, em Ibaté, quando dois homens agrediram a pauladas, A.F.A., 30 anos, que está internado em estado grave na Santa Casa.
Uma ambulância foi acionada por populares para atender a vítima, que ficou caída após a agressão, sendo constatado ferimentos pelo corpo e na cabeça.
A.F.A. não sou dizer os motivos da agressão. A polícia deteve dois acusados. C.A.P. 32 anos e C.H.V., 29 anos que foram qualificados em boletim de ocorrência no plantão policial. O caso será apurado pela Policia Civil de Ibaté.
Jovem é baleado em tentativa de roubo; Estado é grave
Um jovem de 23 anos foi baleado na noite desta sexta-feira (03), durante o roubo de sua moto no Jardim São Paulo. Danilo Gustavo Dutra Camargo Furlan foi baleado nas costa e foi socorrido por populares até a Unidade de Pronto Atendimento da Vila Prado e posteriormente transferido pela Unidade de Suporte Avançado do Samu para a Santa Casa, onde permaneceu internado em estado grave.
O roubo aconteceu às 21h50 na rua Arthur Rodrigues de Castro. Danilo estava transitando com sua moto, quando foi abordado por dois indivíduos armados de revólveres em uma moto
Eles anunciaram o assalto e mandaram à vítima entregar a moto, houve reação, momento que ele foi baleado.
A PM foi acionada porém nenhum suspeito foi detido. A ocorrência foi registrada pela PM no Plantão Policial e será investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG).
Bullying e violência devem ser enfrentados
Para especialista, a violência escolar hoje em dia atinge ambos os lados, alunos, professores e toda a comunidade escolar e precisa ser monitorada por especialistas. A definição de violência e violência escolar é complexa e apenas uma denominação não pode explicitar de fato o que acontece dentro e fora dos muros da unidade escolar. Porém utiliza-se hoje o termo violência para aquilo que gera violência física, tratada em artigos por especialistas como Candau, Gilberto Velho, Sposito e outros, e também a psicológica ou simbólica, muito abordada pelo sociólogo francês Pierre Bordieu.
Para a pesquisadoraem Violência Escolar, Cleodelice Aparecida Zonato Fante: “Essa violência é algo bastante comum e os professores têm que estarem mais preparados. Porém não se pode cobrar do professor aquilo que não é oferecido a ele”, explica.
De acordo com a pesquisadora, “a violência psicológica é xingar, humilhar, excluir, ignorar, ameaçar, ofender. Já a agressão física é chutar e dar soco. Essa violência pode ser entre alunos, do aluno com direção ao professor, do professor com relação ao aluno.”
Outra situação importante é a questão do bulling. “Essa é mais específica e seria quando ocorre uma violência entre alunos. Muitas vezes por um aluno ou grupo que intimida outro aluno ou a vítima é mais fraca fisicamente ou de popularidade excluída do grupo”.
Segundo Cleodelice, isso gera uma consequência ruim para a criança. “O aluno pode não querer ir mais para a escola e ficar com baixa autoestima. Ela pode ter algum sintoma psicossomático”.
Ela ainda comenta que os autores acabam se envolvendo com amigos que têm esse comportamento agressivo. “Eles abusam de bebidas alcoólicas, de drogas e podem acabar tendo conflitos com os professores.”
A pesquisadora alerta sobre as razões do problema. “A violência em casa com os pais, a questão dos meninos serem mais agressivos que as meninas e a escola têm uma participação na responsabilidade. Escola onde as regras não são decididas em conjunto ou os alunos não participam.”
“Com essa realidade diferente, os professores não estão sendo preparados, eles têm dificuldades e acabam reagindo da forma não tanto técnica, mas de uma maneira que eles foram aprendendo com a vida. Quando o professor gritar para pedir silêncio, ele está agredindo e isso não pode acontecer, o professor tem que buscar alternativas para isso.”
Ela afirma que o professor deve usar da sua autoridade sim, mas em prol do aluno e de qual é o papel da instituição escolar. Deve haver regras sim, normas, mas essas devem ser dialogadas, justas, impostas consistentemente e sem diferenciar os alunos por etnia, religião, características físicas.
Comentários
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E as marginais da W. LUIS quando é que o prefeito vai cobrar da empresa Centro Vias…
Escrito por ELEITOR
2 horas atrás
Mudanças divergem opiniões de moradores no Balão do Bonde
(Cidades)
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O fato de voce ter um trânsito mais livre , não quer dizer que voce tenha segurança…
Escrito por henrique de oliveira
2 horas atrás
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(Cidades)
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Eduardo Campos segundo pesquisas vai para o segundo turno....Era Pt esta acabando no Brasil
Escrito por beto
3 horas atrás
PT discute com lideranças fortalecimento partidário
(Brasil)