Ao voltar para casa, conta a mãe, a criança vomitou e continuava reclamando de dores fortes na nuca e na cabeça. “Eu falava pra ele que não podia ficar dando remédio toda hora, tinha que esperar. Mas ele não melhorava, a febre continuava alta”, disse Cláudia.
O menino, que já terça-feira (11) já começou a apresentar os primeiros sintomas de dor de cabeça e febre, não respondia a medicação. Durante a noite, segundo a família, o menino piorou muito e novamente foi encaminhado ao Hospital Municipal de Ibaté, desta pela tia. “Eu trabalho na usina, fui trabalhar e a noite ele piorou. Levaram o meu filho para o hospital de novo. Quando cheguei ao hospital, vieram dois médicos, um ficava olhando para o outro e ninguém me contava. Quando eu perguntei sobre o João Pedro, me disseram que ele não resistiu e tinha morrido. Entrei em desespero. Comecei a chorar. Tiraram tudo de mim”, conta Cláudia.
Para a família não existem duvidas que a demora e o erro de diagnostico matou a João Pedro. “Moço, eles erraram, eles demoraram. Perdi a coisa mais preciosa do mundo, meu filho. Ele não volta mais”, finalizou Cláudia.
Os pais estudam a possibilidade de processar a prefeitura de Ibaté.{jcomments on}









































