Estudantes aprovam paralisação dia 17 e 18
Cerca de mil alunos, segundo o Caaso (Centro Acadêmico Armando Salles de Oliveira) participaram no final da tarde de quinta-feira (10) de uma assembleia para discutir a invasão, pelos alunos, da reitoria da universidade em São Paulo, a ação da Polícia Militar, e a forma de conduta política e administrativa da atual reitoria. Durante mais de cinco horas estudantes de diversos cursos de graduação e pós-graduação debateram diversos assuntos. Os alunos decidiram realizar paralisações dias 17 e 18 de novembro, com debates e assembleia.
Além da paralisação os estudantes se colocaram contra a presença da PM no campus, uma vez que a reitoria, segundo os alunos firmou com convênio com a policia sem consultar professores e alunos. Em nota os estudantes afirmaram que a “polícia vem campus para uma milícia armada para desarticular o movimento estudantil e coloca em xeque a autonomia universitária”.
Durante a assembleia o reitor da USP João Grandino Rodas e a política administrativa da atual reitoria foi duramente atacado pelos estudantes que o classificaram como ditador. “Suas ações proíbem as manifestação dos estudantes”, afirmaram alunos durante o evento.
A imprensa foi alvo de críticas. Em muitas manifestações os estudantes afirmaram que a imprensa faz o papel do poder e “vende uma imagem que estudantes são baderneiros”. Em outras falas alguns alunos da USP São Carlos afirmaram serem a favor ao uso e a descriminalização da maconha.
Polêmica - Durante o evento o que chamou a atenção foi o consumo de bebida alcoólica por parte de grupos de alunos. De acordo com nota do Caaso a venda de bebidas alcoólicas não é proibida dentro do campus. Alguns alunos que utilizaram da palavra durante o ato fizeram menção a descriminalização da maconha. Porém o tema não foi colocado em pauta pela direção do Caaso, mas em quatro falas o tema foi abordado dando apoio a descriminalização.
Internet – A notícia veicula ontem pelo portal do Jornal Primeira Página (www.jornalpp.com.br ) foi recorde de comentários e acessos. Foram mais de 60 comentários contra ou a favor dos estudantes, além da notícia receber mais de 5 mil acessos durante todo o dia.
70 alunos são detidos e Choque desocupa reitoria da USP
Cerca de 70 alunos da USP foram detidos e encaminhados para a delegacia em São Paulo. A Tropa de Choque da PM desocupou no início da manhã de hoje a reitoria da USP. O local tinha sido invadido no dia 2 por alunos que exigem o fim da presença da PM no câmpus.
Os invasores foram revistados dentro do prédio e serão fichados na delegacia pela Polícia Civil, podendo responder por depredação do patrimônio público e resistência. A PM informou que houve depredação do prédio durante a ocupação, mas a avaliação dos danos caberá à perícia.
A ação de reintegração de posse começou às 5h10 desta manhã de terça-feira, 8. Dois helicópteros Águia sobrevoaram o campus e 400 policiais da Tropa de Choque e da Cavalaria realizaram o cerco por terra. A polícia informou que 2 dos cerca de 50 veículos usados na operação foram danificados por manifestantes.
Munidos de cassetetes, escudos e armas com balas de borracha, arrombaram um portão que dá acesso ao prédio e foram de encontro aos estudantes. Segundo a polícia, os invasores foram surpreendidos quando dormiam e não houve confronto. Bombeiros também foram acionados para intervir caso houvesse necessidade de socorro a feridos. "Esse efetivo foi deslocado para a universidade justamente para que tudo ocorresse pacificamente", afirmou a coronel Maria Aparecida de Carvalho, do comando da operação.
O prédio, de seis andares, foi cercado por completo. Às 5h25, boa parte do estudantes já havia sido retirada pacificamente. Os estudantes "contidos" (segundo a polícia, o termo detido não se aplica ao caso) foram saindo um a um em direção a ônibus da PM. Eles não foram algemados e caminhavam com as mãos na cabeça.
Segundo a PM, o grupo encaminhado ao DP é formado por 46 homens e 24 mulheres. Destes, 63 (43 homens e 20 mulheres) estavam na reitoria no momento em que a Tropa de Choque. Os demais tentaram romper o cordão de isolamento montado pela polícia. Um desses manifestantes "contidos" do lado de fora do prédio é o aluno de Letras Rafael Alves, um dos porta-vozes dos invasores.
Cerca de 150 alunos permanecem nas proximidades do prédio, gritando palvaras de ordem contra a PM. Alguns deles estão com garrafinhas de vinagre, para, segundo disseram à reportagem, ser usadas como proteção caso a polícia atire bombas de gás lacrimogêneo.
Alunos de comunicação e arquitetura aderem à greve na USP
Alunos das faculdades de Comunicação e Artes (ECA) e Arquitetura de Urbanismo (FAU) da USP decidiram aderir à greve em reposta à prisão de 72 manifestantes que ocupavam a reitoria desde o último dia 2. A decisão foi tomada após assembleia realizada pelos cursos na noite desta quarta-feira.
Segundo Pedro Serrano, diretor do DCE (Diretório Central dos Estudantes), 350 estudantes da ECA e outros 350 da FAU participaram da votação. Na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), apenas o curso de geografia não aderiu à greve. Os alunos do curso de relações internacionais aprovaram uma paralisação até a sexta-feira (11).
MANIFESTAÇÃO - Os manifestantes reivindicam a saída do reitor João Grandino Rodas, a saída da Polícia Militar do campus, a implementação de um programa paralelo de segurança e a não punição dos que participaram da invasão do prédio da reitoria da universidade.
Nesta terça-feira, 72 pessoas foram presas durante a reintegração de posse da reitoria. Segundo o delegado seccional Dejair Rodrigues, outros três alunos foram levados e liberados em seguida porque não estavam envolvidos na invasão do prédio da universidade.
Os presos pagaram a fiança de R$ 545 cada um, e foram liberados. Eles foram indiciados sob suspeita de desobediência a ordem judicial (não cumpriram o prazo de desocupar a reitoria até as 23h de ontem) e dano ao patrimônio público (o prédio foi danificado).
PROFESSORES - A Adusp (sindicato dos professores da USP) votou contra a participação na greve dos alunos, em assembleia realizada na noite desta quarta-feira. Foi aprovada, no entanto, a participação no protesto marcado para esta quinta-feira, às 14h, que vai acontecer no Largo do São Francisco, na Faculdade de Direito (região central de São Paulo). Os professores apoiam o fim do convênio com a PM e a não-punição dos estudantes, de acordo com a presidente da Adusp, Heloísa Borsari. "Queremos uma discussão democrática sobre a questão da segurança", afirmou ela.O Sintusp (sindicato dos funcionários da USP) avalia ser "pouco provável" aderir à greve, segundo o diretor Aníbal Cavalli. Ele ressalta, no entanto, apoio às pautas dos estudantes ao protesto.
EDIÇÃO: JEFERSON VIEIRA
Assembleia decide fim da ocupação de prédio na USP; manifestantes invadem reitoria
Cerca de 100 pessoas invadiram o prédio da reitoria da USP no começo da madrugada desta quarta-feira. Elas deixaram a assembleia de estudantes na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e, com os rostos cobertos com camisas, usaram paus, pedras e cavaletes para quebrar um portão localizado na parte de trás do edifício da
“Está tudo aberto”, gritou um manifestante, convocando mais gente para entrar no prédio. Tentaram quebrar duas câmeras de segurança instaladas sobre o portão.
Em poucos minutos, os estudantes encapuzados já haviam alcançado o saguão principal do edifício. Do lado de fora, uma aluna protestou contra a invasão. “Ocupar a reitoria é fetiche da ultra-esquerda e só vai dar argumento para a direita”, gritou.
Os manifestantes usaram cavaletes para manter o portão semi-aberto e colocaram blocos de concreto para impedir a circulação de carros na rua. “Sempre começa com pouca gente”, disse um rapaz antes de entrar na reitoria.
Depois de aproximadamente 20 minutos, a reportagem viu um outro rapaz, segurando um pedaço de madeira, fazendo uma varredura nas escadas de emergência localizadas na parte externa do edifício.
Ali perto, agentes da Guarda Universitária estavam conversando. Eles não quiseram dar entrevista.
Assembleia
Na noite de terça, 1.º de novembro, uma assembleia de cinco horas de duração no vão do prédio da História decidiu, por 559 votos contra 458, pelo fim da ocupação do edifício da diretoria da FFLCH, iniciada na madrugada da última sexta-feira, 28.
A reunião deveria continuar com a votação dos "eixos políticos" do movimento, que pede a proibição da entrada da PM na Cidade Universitária, na zona oeste da capital. Também seria discutida uma agenda de protestos contra o reitor João Grandino Rodas. O primeiro ato seria realizado no dia 8 de novembro, quando haverá reunião do Conselho Universitário (C.O.), instância máxima de decisão da USP.
Mas os alunos que haviam sido derrotados na votação sobre a ocupação na FFLCH propuseram a discussão sobre a invasão da reitoria.
Após duas votações sem maioria expressiva, o comando da assembleia, formado por um diretor do DCE e uma representante do Centro Acadêmico da Letras, resolveu encerrar os trabalhos. Já passava de 23h30 e uma das primeiras deliberações da assembleia, por volta das 19h, era de que a reunião terminaria às 22h.
Com isso, a maioria dos alunos que queria discutir os "eixos políticos" e o calendário de atividades se retirou. Mas logo em seguida um outro grupo de estudantes assumiu o comando da assembleia e começou nova reunião. Em nova votação, venceu a proposta de discutir a invasão da reitoria. Na derradeira votação, a maioria aprovou a ocupação do prédio da administração central.
Os estudantes já partiram em marcha rumo à reitoria, que fica a cerca de 150 metros, colocando a blusa na cabeça para evitar serem identificados. Coletaram paus e pedras que encontraram no caminho e atacaram o portão metálico.
Estudantes têm até 17h de hoje para desocupar reitoria da USP
Os manifestantes que ocupam o prédio da reitoria da USP (Universidade de São Paulo) desde a última quarta-feira (2) têm até as 17h deste sábado para deixar o local. Na tarde de ontem (4), um oficial de Justiça entregou aos estudantes o documento de reintegração de posse do edifício.
Os estudantes também foram intimados pela juíza Simone Gomes a comparecer às 10h de hoje a uma audiência de conciliação no Fórum Hely Lopes Meirelles, no centro de São Paulo. Dois representantes dos manifestantes devem ser nomeados para esse encontro.
Caso a reintegração não ocorra no prazo, a Justiça autorizou, como "medida extrema", o uso de força policial.
Na tarde de ontem (4), os estudantes que invadiram a reitoria se reuniram com representantes da universidade, mas não houve acordo. Na reunião, a reitoria propôs a criação de dois grupos de trabalho mistos --de funcionários, estudantes e representantes da reitoria.
Segundo a administração, o primeiro grupo analisaria os processos administrativos que correm contra alguns funcionários e alunos. O segundo, que deve contar com a participação de pesquisadores do Núcleo de Estudos da Violência e do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da universidade, visa discutir "o plano de trabalho que vai integrar o convênio assinado entre a Universidade e a Polícia Militar".
Ainda segundo a reitoria, a constituição desses grupos e o início dos trabalhos estão condicionados à desocupação do prédio. Os estudantes, porém, não aceitaram.
A invasão do prédio começou por volta da 0h de quarta (2) e foi realizada por um grupo descontente com a decisão da assembleia dos alunos de desocupar o prédio da administração da FFLCH (Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas) --invadido na quinta-feira (27) e desocupado ontem.
PM - A invasão na FFLCH teve início após um confronto entre estudantes e policiais militares. A briga ocorreu após a PM deter três alunos que estariam fumando maconha dentro de um carro, no campus. Eles foram levados à delegacia e liberado em seguida. Os estudantes, no entanto, passaram a protestar pela saída da PM.
Esse foi o primeiro problema envolvendo policiais e universitários desde que a PM passou a fazer a segurança do campus, há quase dois meses. O convênio entre a corporação e a USP foi assinado para tentar reduzir a criminalidade no local. Em maio, o estudante Felipe Ramos de Paiva, 24, morreu baleado numa tentativa de roubo.
Apesar dos pedidos de retirada da PM, na terça-feira (1º), um ato a favor da permanência da polícia no campus reuniu cerca de 300 pessoas na praça do Relógio, na Cidade Universitária. Entre os participantes estavam alunos dos cursos de economia, administração, letras, filosofia e história.
O evento foi marcado pelos alunos no Facebook. De acordo com o texto na rede social, o movimento repudia a ocupação de prédio administrativo da FFLCH e o confronto ocorrido com a polícia no dia 27.
Estudantes votam por greve imediata na USP
Num dia conturbado, em que a Tropa de Choque entrou na reitoria, invadida desde o dia 2, e deteve 75 alunos, uma assembleia decidiu por uma greve imediata dos estudantes na universidade. Foi o ato mais concorrido desde o início da mobilização na USP, no dia 27: segundo os organizadores, cerca de 2 mil alunos participaram.
A decisão pela greve imediata foi controversa e houve dificuldade em saber se a maioria havia concordado com essa proposta ou preferido um indicativo de greve. O presidente da mesa, Thiago Aguiar, não conseguiu somar os votos pelos braços erguidos. Foi necessário que os estudantes que concordavam com a greve se juntassem do lado direito da assembleia e os demais, no outro.
Com a paralisação, os estudantes que lotaram o vão, as rampas e escadas do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) querem pressionar a universidade para a retirada da PM do câmpus, a revogação do convênio da universidade com a Secretaria de Segurança e anulação dos processos administrativos contra estudantes e funcionários.
Uma das propostas apresentadas na assembleia foi a de nova ocupação de prédios, como o da FFLCH, invadido na noite de 27 de outubro, e da reitoria. A proposta não foi a votação, mas os estudantes decidiram incorporar mais duas propostas ao movimento: a não punição administrativa e criminal dos envolvidos na ocupação dos prédios e a criação de um plano paralelo de segurança.
Nesta quarta-feira, 9, comissões de estudantes vão passar nas diversas faculdades para convocar os alunos dos diferentes cursos da USP a participar da greve. Além de integrantes dos cursos de Humanas, havia estudantes dos cursos de Exatas, como Física, Matemática e Computação, apoiando o movimento.
Durante a manhã, alunos já gritavam por greve, sempre sob comando dos líderes sindicais do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) e da extrema esquerda do movimento estudantil. Manifestantes bloquearam as duas entradas da Faculdade de Letras da USP. Não houve aulas e apenas uns poucos alunos que chegaram mais cedo conseguiram fazer uma prova, de latim. Um grupo de quatro alunas e dois professores do Cursinho do Crusp, criado no Conjunto Residencial da USP, relatou que não pôde usar as salas – funcionários trancaram as portas porque alunos estavam retirando carteiras para barricadas.
USP São Carlos fará paralisação nesta quinta e sexta-feira
Em assembléia realizada na quinta-feira passada (10), na qual estiveram presentes em torno de 1 mil estudantes da Universidade de São Paulo em São Carlos, foi definido paralisação da instituição hoje e amanhã. A medida tem como objetivo a realização de assembléias para debater questões que envolvem a greve, iniciada no dia 8 por alunos do campus da capital paulista em decorrência da ação da Polícia Militar, responsável pela prisão de 72 alunos e funcionários.
Em carta enviada aos professores da USP São Carlos, a diretoria do Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (CAASO) explica que a paralisação visa permitir um espaço para a discussão de assuntos que permeiam o cotidiano dos estudantes, tais como a estrutura de poder na USP e a segurança nos campi.
Edição Jeferson Vieira
Alunos têm até a 23h de hoje para sair de reitoria da USP
Termina hoje às 23h o prazo dado pela Justiça para a desocupação da reitoria da USP. Se a decisão for desrespeitada, há autorização de uso de força policial para retirada dos manifestantes. O prédio foi invadido na madrugada da última quarta (2) por 50 estudantes contrários à presença da PM na Cidade Universitária, na zona oeste paulistana. A USP tem 89 mil alunos (50 mil nesse campus).
Os invasores afirmam que a desocupação da reitoria depende de aprovação em uma assembleia geral dos alunos. Além da saída da PM, os invasores querem o fim de processos administrativos contra 20 alunos presentes em atos nos anos anteriores. Em troca da desocupação, a reitoria oferece a criação de grupos para discutir o convênio firmado com a polícia. E também se propõe a revisar os processos contra alunos.
A polícia passou a ter maior atuação na USP em setembro, depois do assassinato de um aluno no início do ano. A medida causou debate na universidade. A entrada na reitoria ocorreu após desocupação do prédio da administração da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), que havia sido invadido por estudantes em reação à detenção, pela PM, de três colegas por posse de maconha. Na terça, os alunos realizaram uma assembleia que decidiu por 559 a 458 votos desocupar o edifício da FFLCH. Uma parte da minoria derrotada invadiu a reitoria.
Estudantes votam por greve imediata na USP
Num dia conturbado, em que a Tropa de Choque entrou na reitoria, invadida desde o dia 2, e deteve 75 alunos, uma assembleia decidiu por uma greve imediata dos estudantes na universidade. Foi o ato mais concorrido desde o início da mobilização na USP, no dia 27: segundo os organizadores, cerca de 2 mil alunos participaram.
A decisão pela greve imediata foi controversa e houve dificuldade em saber se a maioria havia concordado com essa proposta ou preferido um indicativo de greve. O presidente da mesa, Thiago Aguiar, não conseguiu somar os votos pelos braços erguidos. Foi necessário que os estudantes que concordavam com a greve se juntassem do lado direito da assembleia e os demais, no outro.
Com a paralisação, os estudantes que lotaram o vão, as rampas e escadas do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) querem pressionar a universidade para a retirada da PM do câmpus, a revogação do convênio da universidade com a Secretaria de Segurança e anulação dos processos administrativos contra estudantes e funcionários.
Uma das propostas apresentadas na assembleia foi a de nova ocupação de prédios, como o da FFLCH, invadido na noite de 27 de outubro, e da reitoria. A proposta não foi a votação, mas os estudantes decidiram incorporar mais duas propostas ao movimento: a não punição administrativa e criminal dos envolvidos na ocupação dos prédios e a criação de um plano paralelo de segurança.
Nesta quarta-feira, 9, comissões de estudantes vão passar nas diversas faculdades para convocar os alunos dos diferentes cursos da USP a participar da greve. Além de integrantes dos cursos de Humanas, havia estudantes dos cursos de Exatas, como Física, Matemática e Computação, apoiando o movimento.
Durante a manhã, alunos já gritavam por greve, sempre sob comando dos líderes sindicais do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) e da extrema esquerda do movimento estudantil. Manifestantes bloquearam as duas entradas da Faculdade de Letras da USP. Não houve aulas e apenas uns poucos alunos que chegaram mais cedo conseguiram fazer uma prova, de latim. Um grupo de quatro alunas e dois professores do Cursinho do Crusp, criado no Conjunto Residencial da USP, relatou que não pôde usar as salas – funcionários trancaram as portas porque alunos estavam retirando carteiras para barricadas.
Comentários
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Esse pessoal de São carlos (logistas) estão mal acostumados, nunca houve fiscalização na cidade agora que está…
Escrito por Ricardo Bomtempo
7 horas atrás
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(Economia)
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vai dar palpite la sua cidade tucanalha tucano araquarense querendo mandar aqui
Escrito por mazakaa
15 horas atrás
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(Política)
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Quem sofre com isso é a mesma população que já sofre com tudo: deficientes físicos e idosos.…
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15 horas atrás
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