Em entrevista exclusiva ao Portal do Jornal Primeira Página, Marilene Viera dos Santos, 30, que matou com seis facadas (conforme Boletim de Ocorrência) a menina Gabriela Pereira dos Santos, 11, afirmou que cometeu o crime por “birra”. “Ela brigou comigo, disse que sua mãe ia me bater, perdi a cabeça e cometi o crime”.
Marilene, que esta grávida de três meses, é mãe de uma menina de 11 anos e de um menino de 8. “Ela me roubou R$ 20,00 eu fui tirar satisfação. Perdi o controle. Peguei uma faca que estava em uma mesa”, conta
A mulher disse ainda que ao chegar na casa da criança, que estava sozinha, bateu na porta e começou a discutir. “Ela me mordeu, ai peguei a faca e comecei a acertar ela (sic)”.
A entrevista aconteceu entre choro e lucidez de Marilene. “Meu Deus, acabei com aminha vida. Não tenho nem o que falar para a mãe dessa menina. Mas acabei com minha vida”, disse. Em nenhum momento ela se posicionou como arrependida do crime, apenas afirmou que “não tenho nem o que falar”.
Marilene ficou isolada das demais detentas da cadeia pública de Ribeirão Bonito. Ao saberem do crime cometido pela trabalhadora rural, as presas gritavam: “assassina. Coloque ela aqui em nosso meio. Ela vai ver só (sic)”. Toda a gritaria das presas demonstrava o repúdio de ter entre elas uma assassina de criança.








































































