DOAÇÃO DE PESO
O Fundo Social de Solidariedade de São Carlos recebeu 14 toneladas de alimentos não perecíveis e rações arrecadados durante o São Carlos Rodeio Fest. A entrega mostra que o evento foi além da arena, dos shows e da movimentação econômica: também deixou resultado concreto para entidades e famílias que precisam. Rodeio bom é aquele que lota arquibancada e ainda enche o estoque da solidariedade.
LEI EM AÇÃO
A arrecadação faz parte da obrigação prevista no artigo 11 da Lei Municipal nº 24.431/2026, que determina que a entidade promotora do rodeio realize a coleta de alimentos não perecíveis e rações para cães e gatos, destinados a entidades da cidade. Ou seja: não foi só boa vontade, foi lei cumprida com resultado na balança. E, convenhamos, 14 toneladas é número para ninguém botar defeito.
ENTREGA COM HARMONIA
A entrega ocorreu em clima harmônico e contou com a presença da primeira-dama Hérica Ricci Donatto, do presidente da Câmara Municipal, Lucão Fernandes, da diretora do Fundo Social, Eucimara Jorge Pott, do diretor da MDPM, Ubirajara Teixeira, e do diretor de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela. Todo mundo junto na foto, alimento na mesa e ração garantida: dessa vez, a política apareceu do jeito certo, ajudando quem precisa.
RAIO-X DAS ESCOLAS
Ronaldo Mota (PSOL) foi direto ao ponto: em duas semanas, visitou oito das 62 escolas municipais e já encontrou reforma parada, infiltração, telhado problemático, cozinha sem estrutura e falta de manutenção. Pelo jeito, a Bancada da Educação entrou na Câmara com prancheta na mão e lupa no chão da escola.
AUTISMO NA PAUTA
Thiago de Jesus (MDB) elogiou o evento inclusivo no Teatro Municipal, mas cobrou explicações sobre os R$ 3 milhões prometidos para laudos e atendimento de pessoas neurodivergentes. E avisou: vai falar do assunto toda semana. Quando vereador promete cobrança semanal, secretário já pode deixar a agenda, a planilha e o telefone no jeito.
EMBARÉ NO MAPA
Bruno Zancheta (Republicanos) cobrou celeridade na reforma da USF do Munique e pediu a implantação urgente de uma Unidade de Saúde da Família no Jardim Embaré, lembrando que a UBS do Santa Felícia atende quase 40 bairros. A conta é simples: quando uma unidade abraça bairro demais, uma hora o atendimento começa a pedir socorro.
CASA DO AUTISTA
Dé Alvim (Solidariedade) entrou no debate e falou dos recursos para atendimento às crianças atípicas, citando R$ 1,7 milhão para uma entidade já estruturada e o restante para outras instituições. Também defendeu a Casa do Autista no Grande Cidade Aracy. Pelo visto, o assunto saiu da promessa e entrou no modo “agora mostra o caminho do dinheiro”.
140 PORCOS
Elton Carvalho (Republicanos) levou à tribuna o caso dos mais de 140 porcos encontrados em situação extrema de fome, magreza e desidratação em uma propriedade de São Carlos. A multa aplicada chegou a R$ 426 mil. Foi fala dura, com recado claro: maus-tratos a animais em São Carlos não vão passar batido nem com porteira fechada.
13º NA NEBLINA
Fernanda Castelano (PSOL) cobrou respostas sobre a antecipação da primeira parcela do 13º salário dos servidores municipais e disse ter ficado decepcionada com a falta de dados e prazo. Em resumo: perguntou por planejamento e recebeu resposta com cara de “vamos ver”. Servidor queria calendário; veio neblina administrativa.
FILTRO RELIGIOSO
Larissa Camargo (PCdoB) questionou o programa Famílias Fortes e pediu explicações sobre quais lideranças religiosas foram chamadas para participar. A vereadora estranhou a presença de lideranças católicas e protestantes, sem perceber, pela matéria, representantes de povos de terreiro ou lideranças espíritas. Recado dado: política pública para família não pode ter lista de convidados com fé selecionada.
LEITOS NA FILA
Lineu Navarro (PT) fez uma das falas mais fortes da sessão ao criticar a insuficiência de leitos psiquiátricos na região e citar casos de crianças esperando de 10 a 14 dias em UPAs por internação. Chamou a situação de triste, lamentável e sofrível. Quando a saúde mental chega nesse ponto, não é só falta de leito: é falta de vergonha na fila.
PREFEITO NA ABERTURA
O São Carlos Experience 2026 começa com presença prevista do prefeito Netto Donato (PP) na abertura, reforçando que a Prefeitura não quer apenas assistir de camarote: quer entrar de cabeça no evento. Em cidade que carrega o título de Capital Nacional da Tecnologia, inovação não pode ficar só no banner; tem que aparecer no microfone, na agenda e na articulação.
DANIEL NO AR
Daniel Moreira passou pela São Carlos FM e defendeu bem o São Carlos Experience 2026, evento que promete colocar a cidade novamente no circuito da inovação, tecnologia, ciência, cultura e negócios. Pelo jeito, São Carlos vai vestir o crachá de Capital da Tecnologia e tentar provar que o título não é só enfeite de release.
NETTO NA ABERTURA
O prefeito Netto Donato (PP) deve participar da abertura do São Carlos Experience, mostrando que a Prefeitura pretende estar de cabeça no evento. E faz sentido: em uma cidade que respira universidade, startup e tecnologia, prefeito que não aparece no SCX corre o risco de parecer computador sem Wi-Fi.
PREFEITURA NO PALCO
A Prefeitura entra forte no São Carlos Experience, que acontece de 26 a 30 de agosto, com programação espalhada por pontos como Praça Coronel Salles, São Carlos Clube, SESC, Museu Mário Tolentino, Wikilab e Onovolab. Ou seja: não é evento de uma sala só; é a cidade inteira tentando virar palco, vitrine e cartão de visita.
INOVAÇÃO COM AGENDA
O SCX terá palestras, workshops, startups, gastronomia, arte, cultura e debates sobre futuro, sustentabilidade e tecnologia. É o tipo de evento em que empresário, estudante, pesquisador e curioso se encontram no mesmo corredor. Se der certo, São Carlos sai com networking, ideia nova e talvez até menos desculpa para deixar projeto bom na gaveta.








