Entre os dias 24 e 28 de agosto, a E.E. Prof. Dr. Segundo Carlos Lopes realizou a Semana da Inclusão – “Mãos Dadas e Caminhos Abertos: Uma Escola para Todos”, reunindo estudantes, profissionais da educação, famílias e parceiros em uma programação marcada por aprendizado, conscientização, cultura, esporte e valorização da diversidade.
Realizada em consonância com a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, a iniciativa teve como objetivo ampliar as discussões sobre inclusão e acessibilidade, além de proporcionar aos estudantes experiências que estimulassem valores como empatia, respeito, solidariedade e cidadania.
Durante os cinco dias de atividades, a comunidade escolar participou de diferentes experiências.
A programação começou na segunda-feira, 24, com uma roda de conversa e uma vivência de Handebol em Cadeira de Rodas, conduzida pelo treinador Welson Luciano Coelho e atletas da Associação Paradesportiva de São Carlos. Os estudantes puderam conhecer e experimentar uma modalidade adaptada, refletindo sobre o esporte como ferramenta de inclusão.
Na sequência, foi realizada a atividade artística coletiva “Árvore da Inclusão”, na qual os participantes registraram sentimentos e percepções despertados pela experiência.
Na terça-feira, 25, o tema foi Saúde e Cidadania, com orientação de saúde bucal, realizada pela Dra. Rayane Soprano, para os alunos elegíveis, além da palestra “Os Desafios da Inclusão na Sociedade Atual”, ministrada por Rita Cândido.
Já na quarta-feira, 26, a escola recebeu o Instituto Pequeno Príncipe para uma roda de conversa que proporcionou troca de experiências e conhecimentos sobre diferentes aspectos relacionados à inclusão.
A quinta-feira, 27 foi dedicada a reflexões sobre superação, saúde mental e formação. Os estudantes participaram de um relato de experiência com Robelson Lula. Para os profissionais da educação e equipe pedagógica, houve ainda a formação continuada “Altas Habilidades e Superdotação”, conduzida por Chaiane Cândido Santos Wenzel.
O encerramento, na sexta-feira, 28, foi marcado por emoção e música com a apresentação da Banda da Apae de Ibaté, proporcionando um momento de integração e celebração da inclusão por meio da cultura.
Inclusão construída coletivamente
Um dos pilares da realização da Semana da Inclusão foi o trabalho das professoras da Educação Especial da escola, que participaram da construção e organização das atividades.
Mais do que o atendimento aos estudantes público-alvo da Educação Especial, o trabalho envolve acolhimento, orientação, planejamento, articulação com professores e famílias, identificação de barreiras e criação de possibilidades para garantir a participação e a aprendizagem de todos.
A equipe gestora também teve papel importante na realização do projeto. A diretora Sônia Vasco, juntamente com as vice-diretoras Neura, Valéria e Casimiro, apoiou e acompanhou as ações.
A coordenação pedagógica, formada por Ana Flávia, Juliana e Bianca, também participou da articulação e do desenvolvimento das atividades, fortalecendo a integração entre Educação Especial, professores, estudantes e demais profissionais da escola.
A professora Elisangela Maria de Lima, juntamente com as professoras da Educação Especial, professores e funcionários, também teve participação destacada na construção do projeto.
Uma semana que deixa caminhos abertos
A escola agradeceu a todos os profissionais, estudantes, familiares, instituições e parceiros que contribuíram para a realização da Semana da Inclusão, com destaque para a Associação Paradesportiva de São Carlos, o Instituto Pequeno Príncipe e a Apae de Ibaté.
A iniciativa mostrou que a inclusão é construída diariamente e depende da participação de toda a comunidade escolar.
Mais do que cinco dias de atividades, “Mãos Dadas e Caminhos Abertos” representou um movimento de conscientização, respeito, acolhimento e transformação**, reforçando a importância de uma escola na qual cada estudante seja reconhecido em sua singularidade e tenha suas potencialidades valorizadas.
A expectativa da comunidade escolar é que as experiências vividas durante a semana permaneçam no cotidiano e continuem abrindo caminhos para uma educação cada vez mais inclusiva.








