Felipe de Paula e Fausto Macedo. Colaborou Redação Estadão Conteúdo/AE
A defesa do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que pediu às 9h49 desta quinta-feira, 24, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques a suspensão da execução da pena de 27 anos em regime fechado enquanto a Corte analisa a revisão criminal, desistiu do pedido duas horas e meia depois, às 12h21. Os advogados não informaram, no pedido de desistência, os motivos do recuo.
Mais cedo, os advogados Marcelo Luiz Ávila de Bessa e Thiago Lôbo Fleury afirmam que a continuidade da execução da pena durante a tramitação da revisão criminal pode “produzir dano irreparável”.
A desistência de Jair Bolsonaro ocorre dez dias antes do primeiro turno da eleição, na qual seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), concorre à Presidência da República.
A condenação
Jair Bolsonaro foi condenado no ano passado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Atualmente, o ex-presidente da República cumpre a pena em prisão domiciliar, em virtude de condições de saúde.








