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A busca por (ser) um profissional completo  

Recrutadores avaliam preparo da área tecnológica além da formação

23/01/2023 23h52 - Atualizado há 1 ano Publicado por: Redação
A busca por (ser) um profissional completo  

O uso cada vez mais frequente da tecnologia e inovação nos setores produtivos tem aumentado a busca por profissionais cada vez mais capacitados para a dinâmica de um mercado em constante atualização. Os pré-requisitos nos últimos anos vão além da formação acadêmica tradicional, adicionando ideais de protagonismo, inteligência emocional e metodologia ativa aos planos de carreira.

O gerente de Gestão de Pessoas do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), eng. mec. Ricardo Klein Schweder, reconhece que, durante uma seleção, as exigências vêm se transformando tanto quanto o mercado e recomenda o aprimoramento das soft skills, competências que fogem da técnica e dizem muito mais sobre o perfil comportamental de um indivíduo: “Os cursos das áreas de engenharia são muito completos. Mas as questões mais amplas, como empatia e gestão pessoal, acabam sendo limitadas numa formação em exatas”, diz.

Para engenheiros, agrônomos, geocientistas e tecnólogos, as complexas fórmulas e cálculos rotineiros do dia a dia de trabalho podem criar um ambiente onde inovar pessoal e emocionalmente parece desafiador.

A sugestão para sair da zona de conforto é apostar em atividades extracurriculares. “Depois da primeira avaliação, que é fria, pois trata do currículo, o recrutador vai olhar se você participa de alguma associação, se faz algum trabalho beneficente, se tem uma boa postura e conhece a proposta de trabalho para qual está se candidatando. Se esses pontos estiverem de encontro ao que a empresa procura, já é um destaque”, detalha o engenheiro.

O Conselho, por meio da plataforma digital Crea-SP Capacita (creasp.org.br/capacita), oferece uma série de cursos em parceria com instituições de ensino para a formação ampliada, como comportamento organizacional, criatividade, liderança e mais.

As associações, por sua vez, têm a possibilidade de atuar ainda mais próximas aos profissionais por estarem inseridas no contexto local em que eles atuam, convidando-os para reuniões, palestras e ações que, além do aprendizado também geram troca de experiência e desenvolvimento do relacionamento interpessoal.

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