Bia Cardoso e Julia Queiroz/AE
Com cerca de 15 minutos de antecedência, os portões da Bienal do Livro se abriram e a fila – já cheia – entrou no evento de maneira organizada, sem correria. A reportagem viu uma grande quantidade de grupos escolares, mais comuns nos eventos nas manhãs dos dias de semana.
Já era possível observar filas para entrar em estandes e participar de ativações, mas provavelmente nem comparadas com as que devem se formar nos finais de semana. Os dias 5, 6 já estavam com ingressos esgotados. Também o dia 12 de setembro.
Alguns leitores já começaram a fazer as suas primeiras escolhas, e os mais diversos estandes – com grandes editoras, casas especializadas e até mesmo sebos – registraram as suas primeiras vendas. Inclusive, as principais filas são nos caixas.
Assim como em outras edições, leitores têm trazido malas de rodinha. O motivo? Muitos aproveitam a Bienal para fazer estoques de suas novas leituras, e a bolsa traz um conforto maior aos visitantes. Já foi possível avistar muitas circulando pelo pavilhão.
Com o transcorrer dos dias, no início da manhã, o evento não registrava uma movimentação tão intensa, mas ao se aproximar da tarde, mais pessoas se reuniam no pavilhão. Durante toda sua programação, a Bienal do Livro de São Paulo terá 350 autores e a expectativa de reunir mais de 700 mil pessoas no Distrito Anhembi.








