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Escritor de Porto Ferreira apresenta sua aspiração no audiovisual e diz que tem uma história para ganhar o Oscar

Consolidação internacional no campo do audiovisual do Brasil vive em processo de aspiração

14/01/2023 11h00 - Atualizado há 1 ano Publicado por: Redação
Escritor de Porto Ferreira apresenta sua aspiração no audiovisual e diz que tem uma história para ganhar o Oscar

A Argentina tem representado muito bem a América Latina em evento globais e mais uma vez marca um “gol de placa”. Engana-se quem acha que estamos falando da conquista do País na copa do mundo no Catar, em 2022. O assunto em si é muito mais sério. Trata-se do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, cuja premiação aconteceu neste 10 de janeiro de 2023. De fato, trata-se de uma história seríssima, que retrata toda a trama em torno do julgamento de militares acusados de cometer horrores, durante a ditadura militar argentina. Argentina 1985, é um filme que consagra o retrospecto espetacular de filmes argentinos, sendo premiados pelo mundo. E o Brasil?  Nunca ganhou um Globo de um Ouro e um Oscar, e ainda enfrenta uma fila de anos sem indicação a esses prêmios, tendo Cidade de Deus de Fernando Meirelles, como último filme brasileiro a ser indicado, em 2002.

A consolidação internacional no campo do audiovisual do Brasil, vive em processo de aspiração e as ultimas produções do país, que foram indicadas para concorrerem ao Globo de Ouro e ao Oscar comprovaram isso, ao serem “rejeitadas” nas indicações dos prêmios. Porém, uma história de um brasileiro vem chamando atenção e merece destaque. Trata-se de um roteiro de um escritor da cidade de Porto Ferreira, chamado Alex de Souza Magalhães. Alex iniciou sua jornada no mundo das letras em 1994, quando adolescente, ao escrever o primeiro livreto chamado Bebeto e Romário. Aliás, o escritor já publicou doze livros. Formado em Serviço Social e atua também na área jornalística, o escritor afirma que começou ganhar visibilidade no mundo cultural ao escrever o livro: Quebrando Algemas para Libertar a Mente. A obra fora aprovada em mais de 30 editoras e o escritor publicou em edição limitada, ao ter o projeto aprovado pela lei Aldir Blanc em Porto Ferreira. Com a edição esgotada rapidamente, ele assinou contrato com a editora Multifoco do Rio de Janeiro e no dia 9 de fevereiro, fará uma sessão de autógrafos em Porto Ferreira.

E aparente sucesso, fez o escritor reciclar seu curso de roteirista, iniciado ainda na juventude. Considerando mais experiente e com uma linguagem técnica mais apurada, ele escreveu o longa-metragem: Vidas Humanas Importam. A sensibilidade e a crueldade retratada no universo de um asilo e da terceira idade, despertou imediatamente o olhar cinematográfico da produtora Everest de Campinas. “Meu antigo sonho de escrever uma história para o audiovisual, que chegasse ao Oscar, ensaiou seus primeiros passos. Ainda há muito o que percorrer, principalmente para encontrar parceiros que enxerguem esse projeto, com um olhar de presente e futuro para o cinema brasileiro, comenta Alex”.

Alex está confiante na concretização deste projeto, que ele afirma ser um caminho para que finalmente o cinema brasileiro chegue ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Não duvida dessa projeção e espera que a consolidação do cinema argentino inspire o brasileiro, que ainda transpira para alcançar uma hegemonia, precisando rever os conceitos. Por que não acreditar em sonhos que são fabricados nas periferias deste País? Sonhos desacreditados, que transpiram como os de Alex de Souza Magalhães e seu roteiro, Vidas Humanas Importam, mas que podem fazer muito por essa nação.

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