Um atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral paulista, foi preso preventivamente após ser acusado de utilizar o celular de uma pessoa falecida para realizar transferências bancárias para a própria conta. O caso ganhou repercussão nesta semana e está sendo investigado pela Polícia Civil e pela Corregedoria.
De acordo com as investigações, familiares da vítima perceberam movimentações financeiras suspeitas e notaram o desaparecimento de cerca de R$ 7 mil da conta bancária do falecido. A partir da denúncia, foi registrado um boletim de ocorrência e as apurações levaram à identificação do servidor que trabalhava no IML.
A Justiça autorizou a prisão preventiva do suspeito, que agora responde a uma investigação por crimes que incluem peculato, furto, fraude eletrônica e possível destruição de provas. O caso está sendo conduzido pela Corregedoria da Polícia Civil.
Em nota oficial, a Polícia Civil informou que não tolera desvios de conduta por parte de seus servidores e ressaltou que, além da investigação criminal, também serão adotadas medidas administrativas e disciplinares para apurar a conduta do funcionário.
O episódio chamou atenção pela gravidade da acusação, uma vez que o acesso aos pertences de pessoas falecidas exige rígidos protocolos de segurança e responsabilidade. As investigações seguem em andamento para esclarecer todos os detalhes da suposta fraude e verificar se houve participação de outras pessoas.








