O engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese, presidente reeleito do Confea, esteve em São Carlos na noite desta quinta-feira, 16, para prestigiar o lançamento da pré-candidatura do vereador Júlio César (PL) a deputado estadual.
O evento, realizado no Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro (Icib), reuniu lideranças políticas e representantes da sociedade civil, marcando uma noite de articulação e fortalecimento de alianças.
Durante a visita, Marchese — que foi recentemente reconduzido à presidência do Confea com mais de 84 mil votos — destacou que a reeleição representa a confiança da categoria no trabalho desenvolvido.
“Acredito que esse resultado seja uma demonstração clara de confiança. Os profissionais entendem que as ações precisam ter continuidade e que o suporte do sistema Confea/Crea é fundamental para o desenvolvimento da engenharia no país”, afirmou.
Licenciado do cargo para disputar uma vaga como deputado federal pelo PSD, ele reforçou a necessidade de maior interatividade técnica no cenário político. “O Congresso Nacional precisa ouvir a engenharia. A infraestrutura é essencial para o desenvolvimento e para reduzir desigualdades”, disse.
Ao comentar as prioridades de sua atuação, Marchese destacou pautas como capacitação profissional, fiscalização e modernização dos serviços técnicos. “Precisamos investir na qualificação dos profissionais. O mercado oferece oportunidades, mas exige preparo cada vez maior”, pontuou.
Sobre a presença em São Carlos, ele ressaltou a relação com o vereador Júlio César, responsável por conceder a ele o título de cidadão são-carlense. “É um amigo de longa data e alguém que compreende o papel da engenharia no desenvolvimento das cidades. Estar aqui é também uma forma de retribuir esse reconhecimento”, declarou.
Com experiência consolidada no sistema Confea/Crea e passagem por Brasília, Marchese acredita que sua trajetória será um diferencial na política. Para ele, o Brasil tem potencial de crescimento por meio de investimentos estruturais.
“O Brasil não é um país pobre, é um país desigual. E a infraestrutura, construída com engenharia, é o caminho para transformar essa realidade”, concluiu.








