COLUNA

TORPEDOS – 01/09/2026

IMPLANTE SEM MÁGICA

Sérgio Miranda explicou na São Carlos FM que implante rápido existe, mas depende de avaliação, osso e boa fixação. Ou seja: não é entrar sem dente e sair mastigando torresmo por milagre; antes, o sorriso precisa passar pela análise técnica.

SORRISO EM 3D

A implantodontia também entrou na era digital, com escaneamento da boca no lugar daquela moldagem antiga que fazia o paciente repensar a vida. Agora, o sorriso vira arquivo, vai para o laboratório e pode voltar em forma de prótese. Até a boca entrou no mundo da tecnologia.

DOR NO BOLSO

O dentista rebateu a ideia de que implante é tratamento só para gente rica e disse que hoje há condições de pagamento mais acessíveis. Em bom português: antes de sofrer com medo do orçamento, é melhor fazer uma avaliação. Às vezes, o susto é maior que a parcela.

SAÚDE COMEÇA PELA BOCA

Sérgio lembrou que dente faltando não mexe só com estética: atrapalha a mastigação, a autoestima e até pode refletir no estômago. Sorriso bonito ajuda na foto, claro, mas mastigar direito ainda é uma das melhores propagandas da odontologia.

CUIDADO COM O SORRISO DE INTERNET

Na parte estética, o alerta foi para clareamentos milagrosos e lentes de resina mal feitas, que podem causar problemas gengivais, tratamento de canal e até perda de dentes. A internet promete sorriso de artista em três cliques, mas quem paga a conta depois é a gengiva — e ela não costuma aceitar desculpa.

MEXIDA NO PLANO

A Prefeitura encaminhou à Câmara um projeto de lei que altera pontos do Plano de Carreiras e Salários dos servidores da Administração Direta e Indireta. Quando o assunto mexe com carreira, salário e estrutura de governança, pode apostar: servidor lê até vírgula. Afinal, em projeto desse tipo, uma palavra fora do lugar pode valer mais que discurso inteiro em plenário.

PRECATÓRIO NO RELÓGIO

O Tribunal de Contas acendeu o alerta para órgãos estaduais e municipais sobre prazos e providências ligados à nova regra dos precatórios. O comunicado vem na esteira da Emenda Constitucional nº 136/2025, que reorganizou o tema no país. Em bom português: quem tem conta judicial para administrar deve olhar o calendário, porque precatório parado costuma virar dor de cabeça com juros e carimbo oficial.

CURY NA PISTA

O crescimento de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas da disputa presidencial surpreendeu os bastidores. Agora fica a dúvida: ele consegue manter o embalo até o fim da campanha ou será engolido pela máquina dos adversários? A política tem dessas coisas: às vezes, o nome sobe no gráfico antes mesmo de muita gente aprender a encaixá-lo no palanque.

CORRIDA NO CALENDÁRIO

A Câmara deve analisar projeto que inclui a “Corrida de Rua Sindicato dos Metalúrgicos FORLIFE” no calendário oficial de eventos de São Carlos. Quando corrida entra no calendário municipal, não é só atleta que precisa se preparar: vereador também aquece para votar sem tropeçar no regimento.

CHUVA DE CRÉDITO

Na Ordem do Dia, a Prefeitura aparece com uma sequência de projetos para abertura de crédito adicional suplementar e especial. Quando o Executivo manda tanto crédito de uma vez, o plenário vira quase agência bancária legislativa: entra processo, sai votação e todo mundo tentando entender para onde o dinheiro vai correr, especialmente a oposição.

LICITAÇÃO TRAVADA

Em Ibaté, a equipe de licitação do prefeito Ronaldo Venturi parece estar enfrentando uma verdadeira maratona para contratar a agência. Praticamente um ano se passou e o placar, até agora, é curioso: volta tudo para o começo. Pelo jeito, a licitação rodou, rodou, rodou e acabou descobrindo que estava na primeira casa do tabuleiro.

DO ZERO OUTRA VEZ

A comparação com São Carlos é inevitável: mesmo com um orçamento muito maior, o processo andou rapidinho. Já em Ibaté, a contratação da agência virou novela administrativa com temporada estendida, como aquelas novelas mexicanas. Quando uma licitação menor demora mais que uma maior, a pergunta aparece sozinha: o problema está no edital, na equipe ou no GPS do processo? Perguntar não ofende!

LUTO NA VIOLA

A música sertaneja regional perdeu, ontem, Marcelo Menna Barreto Gasparini, da dupla Maurício e Marcelo, conhecida pelo trabalho no Clube da Viola, em Ribeirão Preto. Aos 54 anos, ele enfrentava um câncer e deixa uma trajetória marcada por cantorias, palco, memória afetiva e muito respeito entre os admiradores do gênero. Quando a viola silencia assim, quem canta é a saudade.

DESPEDIDA COM FÉ

A família se despediu de Marcelo com uma mensagem forte, lembrando sua coragem, esperança e fé durante a luta contra a doença. O velório foi realizado no Velório da Paz, na Avenida das Lágrimas, e o sepultamento ocorreu no Cemitério Bom Pastor. Fica o legado de quem fez da música um caminho e da vida uma lembrança bonita no coração de tanta gente.

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