DE VOLTA AO PASSADO
O novo gerente do Sesc São Carlos, Fábio José Rodrigues Lopes, revelou ao vivo que o prédio da São Carlos FM foi o ponto de partida de sua carreira profissional. Em 1997, recém-formado, foi editor de Cultura do Primeira Página. Moral da história: tem gente que sai do rádio… mas o rádio nunca sai da gente.
DESAFIO COM BRILHO NOS OLHOS
Ao assumir o Sesc, Fábio deixou claro: o maior desafio não é a falta de estrutura, mas manter as equipes motivadas e com “brilho nos olhos”. Segundo ele, quando o time funciona, o público vem por consequência. Manual básico de gestão… que muita gente ainda não leu.
ESTACIONAMENTO: O DRAMA CONTINUA
Questionado sobre o eterno problema de onde parar o carro no Sesc, Fábio foi direto: a solução exigiria algo em torno de 200 vagas. Tradução simultânea: não é simples, não é barato e não vai acontecer tão cedo. Enquanto isso, vale a amizade com quem mora perto.
OBRAS LONGAS, PACIÊNCIA MAIOR
As reformas no Sesc seguem em ritmo intenso — e longo. A primeira fase deve durar cerca de dois anos, com mais uma etapa de três a quatro anos pela frente. Segundo o gerente, é como “trocar a roda com o carro andando”. Que o público respire fundo… e aguarde.
SESC NÃO É ILHA
Fábio reforçou que o Sesc não pretende ficar isolado: quer mais parcerias com a Prefeitura, instituições, a região e até cidades vizinhas. Cultura, esporte, lazer e social andando juntos. Recado dado: quem quiser somar, a porta está aberta.
SAÍDA
O secretário municipal adjunto do Clima e Meio Ambiente, Robson Carnicer Parzanes, pediu o boné e foi exonerado do cargo em comissão. Nos bastidores, a informação é de que Robson está de malas prontas rumo à iniciativa privada, com novo endereço profissional em São Paulo. Dizem que o clima por lá anda mais… corporativo.
MUDANÇAS
O radar da coluna captou fortes turbulências no organograma da Prefeitura. Informações de bastidores apontam que, nos próximos dias, cargos do alto, médio e até do terceiro escalão devem passar por mudanças. Tem exoneração na pista, transferência no aquecimento e gente fazendo as contas pra ver onde vai cair. Apertem os cintos…
PREFEITO DE GALOCHA
Enquanto muita gente acompanhava a chuva pelo celular, o prefeito Netto Donato foi pra rua conferir a situação de perto. Teve vídeo, teve conversa com comerciantes e teve presença física nos pontos críticos. Em noite de temporal, São Carlos teve prefeito com capa de chuva — não só post programado.
OBRA QUE FUNCIONA APARECE
Com quase 50 mm de chuva em poucas horas, pontos históricos de alagamento até que se comportaram bem. A Rotatória do Cristo passou no teste da enxurrada, mostrando que obra bem feita não precisa de discurso longo: a água passa, o trânsito anda e o prefeito aparece pra mostrar.
MENOS PALANQUE, MAIS BUEIRO
O único transtorno registrado foi causado por lixo entupindo bueiros — problema velho conhecido. A diferença é que, desta vez, teve limpeza rápida, pista liberada e prefeito explicando o que aconteceu. Gestão também é isso: menos desculpa, mais ação e olho no chão molhado.
AGORA É GALERIA, NÃO DESCULPA
Passada a chuva, fica o recado: a Prefeitura de São Carlos precisa agir com urgência na vazão da galeria pluvial da região do antigo McDonald’s. Porque, convenhamos, a explicação da “boca de lobo entupida” tem prazo de validade — e já está vencendo. Atenção, prefeitura: bora pra solução.
CONTA QUE VOLTA
A nova lei complementar sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva devolveu aos servidores públicos a esperança — e a calculadora. Benefícios congelados na pandemia agora podem ser pagos de forma retroativa. O detalhe é o verbo: podem. A bola saiu de Brasília e agora está no pé dos prefeitos.
E AGORA, PREFEITURA?
Em São Carlos, o SINDSPAM já bateu à porta da Prefeitura pedindo uma posição clara: vai pagar ou vai explicar por que não? O sindicato quer cronograma, argumentos técnicos e transparência. Tradução: silêncio, desta vez, não entra na folha.
CALMA, MAS SEM RELAXAR
A Vigilância Epidemiológica divulgou o boletim de 2026 e, por enquanto, o cenário é tranquilo: 7 casos confirmados de dengue, nenhum óbito e zero registro de chikungunya, zika ou febre amarela. Boa notícia? Sim. Motivo pra baixar a guarda? Nem pensar.
MEMÓRIA CURTA NÃO COMBINA COM DENGUE
O balanço de 2025 serve de aviso: mais de 20 mil casos confirmados e 24 mortes por dengue. Ou seja, o mosquito não avisa quando volta com força. Prevenção continua sendo o melhor remédio — porque, depois que o problema aparece, não adianta procurar o culpado no quintal do vizinho.
