COLUNA

TORPEDOS – 20/02/2026

ZELADORIA 2026

Na sessão de ontem, Lucão Fernandes (PP) voltou ao tema da limpeza urbana e reconheceu as críticas: mato alto, resíduos e manutenção irregular. Mas fez aposta pública: 2026 será “o ciclo da zeladoria”. Entre cobrança e voto de confiança, o presidente diz que agora vai. A cidade, claro, também está esperando.

 

CRÍTICA E CONFIANÇA

Em tom equilibrado, Lucão pediu que a população continue cobrando, mas sem deixar de reconhecer quando há trabalho em andamento — inclusive no Carnaval, com equipes atuando. Mensagem clara: crítica é legítima, mas resultado também precisa ser enxergado. Política é equilíbrio entre fiscalização e parceria.

 

CARNAVAL COM CONSCIÊNCIA

O presidente da Câmara ainda fez menção especial à vereadora Raquel Auxiliadora (PT) pela campanha contra a violência doméstica durante as festividades. Adesivos, abordagem educativa e o recado direto: “Não é não!” Em meio à folia, a conscientização ganhou palco — e aplausos.

 

DIA 8 COM PALCO ABERTO

Lucão convocou vereadores, igrejas, escolas e sociedade civil para um grande ato no dia 8 de março, na praça Coronel Salles, em defesa das mulheres e contra o feminicídio. Microfone aberto, tendas montadas e promessa de continuidade à audiência pública. A ideia é clara: transformar discurso em mobilização. Porque violência não se combate só com fala — se enfrenta com atitude. Parabéns, presidente!

 

PISCINAS EM ALERTA

Ainda na sessão de ontem, o vereador Edson Ferraz (MDB) subiu à tribuna para tratar de um tema sério: quatro mortes de crianças em piscinas nos últimos anos em São Carlos. Defendeu campanha urgente de prevenção, especialmente com a chegada do Verão. A ideia é unir Legislativo e Executivo numa ação conjunta. Porque quando o assunto é salvar vidas, não pode ter disputa de autoria — tem que ter atitude.

 

BURACOS E PACIÊNCIA CURTA

No mesmo fôlego, Ferraz mirou na situação das vias da cidade. Segundo ele, o maior programa de recapeamento já está “vencendo” e os buracos continuam abrindo crateras — e prejuízos. Cobrou ação imediata e criticou a demora na compra de massa asfáltica. Recado direto: buraco não espera licitação, e motoqueiro não pode esperar dois meses. Cobrança feita!

 

REFORMA CRIATIVA

A nova reforma administrativa trouxe os “Departamentos de Contratações do Eixo Social, Administrativo e Urbanístico”. Nome grande, missão maior ainda: planejar e coordenar a primeira fase das contratações públicas. Traduzindo: organizar a fila antes de abrir o caixa. Se funcionar, já é meio caminho andado.

 

EXPECTATIVA NO PAÇO

O corredor anda mais movimentado que recepção de hospital em dia de virose. Nos bastidores, a aposta é que nos próximos dias saem os nomes que vão ocupar cargos novos — e antigos — na poderosa Secretaria de Saúde. Em política, cadeira vazia nunca fica sem dono por muito tempo.

 

PROJETO NA MESA

O vereador Thiago de Jesus (MDB) protocolou proposta para criar diretrizes da Política Municipal de Formação Continuada Inclusiva para os profissionais da rede. Tema sério, necessário e daqueles que não rendem manchete barulhenta, mas fazem diferença no dia a dia da sala de aula.

 

PARCERIA EM ANDAMENTO

Em Aguaí, a nova escola estadual já passou dos 70% de execução. Promessa de entrega para março de 2026 e carimbo de primeira concluída na PPP Novas Escolas do Governo de São Paulo. Quando obra pública avança sem novela, é quase notícia de utilidade pública.

 

CURIOSIDADE JUDICIAL

A Justiça paulista confirmou a condenação de um homem que transferiu multas de trânsito para a ex-esposa. Resultado: um ano e três meses em regime aberto, convertidos em serviços comunitários e multa. Moral da história? Divórcio pode até dividir bens, mas não autoriza dividir pontos na CNH.

 

CORRE QUE CRESCE

Na São Carlos FM 107.9, ontem, Cláudia Cury anunciou que a “Corre Comigo by Elder Fragalle” quer bater a marca de mil participantes em maio. De 80 na primeira edição para a meta de quatro dígitos em 2026. Se continuar nesse ritmo, vai faltar fôlego só para quem ficar de fora.

 

PROPÓSITO NA LARGADA

A organizadora reforçou que a corrida não tem fins lucrativos — tem causa. Um quilo de alimento na inscrição, ração para a ONG Pegadas do Coração e bênção antes da largada. Esporte, solidariedade e espiritualidade no mesmo percurso. Não é só sobre correr, é sobre pertencer.

 

EMPRESÁRIO, FICA A DICA

Cláudia ainda lançou o desafio ao empresariado: que tal transformar inscrição em benefício corporativo? Saúde física, mental e engajamento de equipe num único kit atleta. Se a NR-1 cobra cuidado com o colaborador, a corrida oferece o caminho. Literalmente.

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