CADERNO ESPECIAL DE IBATÉ
O Jornal Primeira Página preparou um caderno especial em homenagem aos 133 anos de Ibaté, reunindo história, memória, desenvolvimento e personagens que ajudaram a cidade a crescer. Ficou daquele jeito: papel, notícia e orgulho ibateense na mesma página.
133 ANOS DE HISTÓRIA
Da antiga São João Batista da Lagoa à Ibaté de hoje, a cidade carrega uma trajetória marcada por trabalho, fé, ferrovia, café e muita gente batalhadora. Parabéns a todos os ibateenses, que seguem escrevendo essa história sem precisar de caneta oficial.
IBATÉ EM MOVIMENTO
O caderno também mostra uma cidade que olha para frente, com desafios na saúde, abastecimento, economia, emprego e infraestrutura. Aos 133 anos, Ibaté prova que cidade boa não vive só de lembrança: vive de gente que cobra, trabalha e faz acontecer.
POVO IBATEENSE
Mais do que prédios, obras e números, Ibaté é feita por seu povo. São famílias, comerciantes, servidores, trabalhadores, estudantes e moradores que dão alma à cidade todos os dias. Atenção, ibateenses: a festa é da cidade, mas o mérito é de quem faz ela pulsar.
OUTDOOR NA MIRA
Fernanda Castellano foi à tribuna com dois pratos bem servidos: duas toneladas de alimentos distribuídas no Aracy e uma crítica forte ao outdoor do “não more na periferia”. A empresa tentou explicar, mas acabou trocando a peça. Quando a propaganda erra a mão, a Câmara vira Procon do bom senso.
JORNAL NO DEBATE
Fernanda também levou à tribuna a análise do jornal Primeira Página sobre o outdoor polêmico. Citou a matéria para reforçar que a campanha criou uma comparação infeliz entre periferia e “morar bem”. Quando o jornal entra na conversa, é sinal de que o outdoor saiu da avenida e caiu no colo do debate público.
GRIPADA, MAS AFIADA
Larissa Camargo entrou gripada, mas falou com fôlego. Chamou o outdoor de preconceituoso, levou o caso ao Ministério Público e ainda rebateu comentários machistas nas redes. Pelo visto, incomodou bastante gente que aceita periferia no mapa, mas não gosta quando ela entra na pauta.
CONFERÊNCIA ESVAZIADA
Lineu Navarro levou vários temas à tribuna, mas a cutucada mais forte foi na Saúde. Comparou a Conferência Municipal atual, com cerca de 80 pessoas, a outra que teria reunido 500 participantes. Participação social é igual café em repartição: quando some, alguém precisa explicar.
LIBRAS EM PAUTA
Moisés Lazzarini destacou os 10 anos da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e puxou o assunto para a Central de Libras. Falou de emenda de R$ 60 mil e de reforço de R$ 100 mil indicado por Lucas Bove para ampliar o serviço. Inclusão, nesse caso, precisa sair da solenidade e chegar ao atendimento.
SERVIDOR SALVA
Raquel Auxiliadora foi direta: não existe política pública sem servidor público. Citou a escola Antônio Adolfo Lobbe, que acolheu uma mulher vítima de violência, e as servidoras Lourdes Sola e Aparecida Pereira da Silva, que salvaram um bebê de 19 dias. Às vezes, o serviço público apanha no discurso e salva vidas no plantão.
SP-215 E UPA
Bruno Zancheta voltou a defender a duplicação da SP-215 e comemorou mais de 1.500 assinaturas no abaixo-assinado. Também cobrou solução para pacientes psiquiátricos que ficam dias aguardando transferência nas UPAs. Rodovia parada e paciente esperando: duas filas que já passaram da hora de andar.
PERIFERIA COM ORGULHO
Dé Alvim saiu em defesa da periferia e disse, sem rodeio, que mora muito bem no Cidade Aracy. Também anunciou movimentação de recursos via Paulinho da Força e voltou a falar da Casa do Autista no Aracy. Na fala dele, periferia não foi problema; foi endereço, orgulho, voto e cobrança.
CONSELHO CALADO?
Djalma Nery cobrou respeito aos conselhos municipais e criticou a retirada de pauta, no CONDEMA, de uma moção sobre a privatização do SAAE. Também apontou entraves no Conselho Municipal de Saúde para entidades. Conselho, pelo visto, só é bonito quando concorda calado.
ABRIGO ATÉ 7H
Edson Ferraz falou do PROERD, cobrou bebedouros em espaços esportivos e fechou com a situação da casa de passagem na Vila Marina. O ponto mais incômodo foi simples: pessoas em vulnerabilidade dormem no abrigo e, às 7h, voltam para a rua. A cidade acolhe à noite, mas de manhã parece apertar o botão “reiniciar”.
CULTURA NO AR
O secretário municipal de Cultura de Itirapina, Rodrigo Rubio, passou pela São Carlos FM e falou do desafio de tirar a Cultura do cantinho da Educação para colocá-la em pasta própria. Agora, com orçamento de cerca de R$ 1,2 milhão, a área ganhou sala, crachá e responsabilidade. Cultura, quando vira secretaria, precisa mostrar que também sabe subir no palco.








