ROCHA SEM FILTRO!
O vereador Sérgio Rocha (PRD) foi direto ao ponto na rádio São Carlos FM: reafirmou que não atacou professores, mas que há, sim, denúncias de pais sobre conteúdos “pesados” e ativismo político dentro de sala de aula. Disse que tem “respeito pelos bons professores”, mas que tem vereador que prefere calar… ele não!
COMISSÃO DE ÉTICA? TÔ NEM AÍ!
Sobre a representação do ex-vereador Azuaite Martins de França no Conselho de Ética da Câmara, Rocha foi categórico: “Se vier punição, que venha!”. Disse que está tranquilo e que apenas falou a verdade. Segundo ele, tentaram distorcer sua fala pra agradar à plateia, mas “caráter não se aprende na escola”.
ESCOLA CÍVICO-MILITAR TRAVADA
Rocha lamentou que a implantação da escola cívico-militar em São Carlos esteja parada por questões judiciais. Apontou “resistência ideológica da esquerda” como principal obstáculo e defendeu que a medida ajudaria na disciplina dos alunos. “Policial não dá aula, dá segurança”, resumiu.
UM POR UM!
Durante a comemoração dos 160 anos da Câmara, ontem, o prefeito Netto Donato (PP) citou, um a um, todos os vereadores presentes. Até Bira Teixeira (Podemos), que não estava no plenário, recebeu sua saudação. Respeito ao Legislativo foi a palavra de ordem — e o prefeito fez questão de repetir isso mais de uma vez. Não custa lembrar, né?
RAÍZES NA CÂMARA
Netto também relembrou seu tempo como procurador jurídico e diretor administrativo da própria Câmara. Disse que ali aprendeu a respeitar opiniões contrárias e que esse aprendizado foi essencial em sua trajetória. Quem diria que a escola foi dentro de casa, hein?
FICHA ABONADA
Netto fez questão de contar que entrou na política pelas mãos da saudosa Diana Cury, que abonou sua primeira ficha partidária. Disse que foi ela quem lembrou dele quando surgiu uma vaga na Prefeitura de São Carlos, durante o governo Newton Lima. E o resto… virou história!
RECADO EM TOM DE HOMENAGEM
Aliás, Claudia e Cynthia Cury usaram a justa homenagem à mãe, Diana Cury, para reforçar que a amizade da família com o prefeito Netto Donato é antiga, sólida e blindada contra fofocas e intrigas políticas. E o recado foi dado com muita classe!
CATHA EM CENA!
O rei nunca perde a majestade! Antônio Carlos Catharino brilhou na tribuna com um discurso repleto de memória, emoção e uma dose generosa de precisão histórica. O homem lembrou de tudo — datas, projetos, conquistas, nomes e até o número da lei! É história viva! Boa, Catha!
MARQUINHO PAZ E AMOR
Marquinho Amaral subiu à tribuna para dizer que política tem que ser no campo das ideias — e não das pessoas. Disse que o prefeito pediu respeito aos vereadores, independentemente da cor da camiseta partidária. Como fala o ex-vereador Edson Fermiano [que não compareceu às homenagens], vai indo bem!
RESISTAM, VEREADORES!
O presidente Lucão Fernandes (PP) fez um belo discurso de encerramento ao pedir que os parlamentares não se deixem abalar por calúnias, difamações, ataques ou injúrias. “Vocês estão aqui porque foram escolhidos pelo povo! Muita gente queria estar no lugar de vocês!” — exclamou, sob aplausos. Mandou o recado, presidente!
HISTÓRIA VIVA!
Com discursos afiados, aplausos e reencontros, a sessão solene dos 160 anos mostrou que a Câmara de São Carlos é palco de grandes nomes, grandes memórias e, claro, grandes Torpedos!
CARTÓRIO A PASSO DE TARTARUGA!
Munícipes estão perdendo a paciência com a lentidão no Cartório de Registro de Imóveis de São Carlos. Só existe um — isso mesmo, um único cartório — para atender toda a cidade. Resultado? Fila, devolução de documentos e muito atraso. Vai um cafezinho enquanto espera?
REQUERIMENTO NO ARQUIVO MORTO?
Em julho de 2023, o vereador Fábio Zanchin (Solidariedade) pediu oficialmente que a Prefeitura levasse a demanda ao Tribunal de Justiça. Um ano depois… nada mudou. O cartório segue em administração provisória, e o segundo cartório continua só no papel — se é que até esse papel não voltou com exigência.
FALTA DE PESO POLÍTICO
Enquanto cidades como Araraquara, Jaú e Rio Claro têm mais de uma serventia de Registro de Imóveis, São Carlos ainda engatinha no assunto. A explicação? Falta de deputados da cidade para fazer articulação em São Paulo e Brasília. Sem deputado, sem voz, sem vez!!
