PRESTAÇÃO DE CONTAS (COM RECIBO E CAPA)
Ontem foi a vez de Raquel Auxiliadora (PT) dar entrevista à São Carlos FM e deixar claro: no mandato dela, prestação de contas não é promessa, é rotina. Todo ano tem revista, balanço e transparência. Tem vereador que foge de relatório como gato foge de banho. Com ela, é diferente!
MANDATO COLETIVO
A vereadora do PT fez questão de lembrar que mandato não se faz sozinho. Assessores, estagiários e equipe toda no crédito. Em tempos de política solo, Raquel prefere banda completa — com backing vocal e tudo.
OPOSIÇÃO, MAS PRODUTIVA
Segundo Raquel, mesmo batendo de frente com a Prefeitura, seu mandato entregou a lei do luto materno, a inclusão da violência política de gênero no Código de Ética, o fortalecimento da Procuradoria da Mulher e até o Dia do Choro e o Festival de Inverno. Ou seja: brigou, fiscalizou… e produziu.
PRÉ-CANDIDATURA
A parlamentar confirmou sua pré-candidatura a deputada federal e ainda deu aula de coeficiente eleitoral. Explicou que ninguém se elege sozinho e que voto é em projeto, não só em santinho. Aula grátis que não passa na TV aberta.
SOBRE A GESTÃO MUNICIPAL
Na avaliação de Raquel, o problema da Prefeitura não é falta de dinheiro — é falta de planejamento e organização. Segundo ela, tudo vira emergência, tudo é improviso. Gestão no modo “depois a gente vê” costuma dar problema antes do “depois”.
ANO DA ZELADORIA (E DO PEDIDO TAMBÉM)
Depois que o prefeito Netto Donato (PP) anunciou que 2026 seria o ano da zeladoria — com recursos aprovados na Câmara — surgiu um fenômeno curioso: uma enxurrada de releases de vereadores pedindo limpeza aqui, capinação ali, varrição acolá. Se pedido limpasse cidade, São Carlos já brilhava mais que piso encerado.
SELO COM PATINHA
O vereador Malabim (PRD) protocolou projeto que cria a certificação “Escola Parceira dos Animais”, voltada a instituições que promovam respeito, proteção e bem-estar animal. Iniciativa daquelas que não mordem, não arranham e ainda rendem pontos com a consciência — e com os bichinhos.
BATEU A META… E PASSOU
A Câmara Municipal mostrou serviço. Em tramitação comum, aprovou projetos do Executivo, decreto e lei. Em regime de urgência, mais decretos, moções e requerimentos. No pacote do dia: 289 proposições apresentadas. Se papel valesse ponto no Enem, tinha vereador garantindo vaga na USP — ou na UFSCar, claro.
REFORÇO PRO RAFINHA
Márcia Cristina Alves da Silva Xavier foi nomeada diretora do Departamento de Cadastro de PCD da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Paradesportos. Cargo longo, nome completo e responsabilidade à altura. Agora é trabalho — e a coluna deseja boa sorte.
CHUVA NÃO TIRA FOLGA
O Comitê de Apoio a Desastres, sob a batuta do assessor especial João Muller, teve uma sexta-feira puxada. Prefeitura e SAAE colocaram equipes na rua para limpeza, interdições e contenção dos estragos causados pelas chuvas. Enquanto uns reclamam do tempo, outros arregaçam as mangas.
FATEC VEM AÍ (AGORA COM CEP DEFINITIVO)
Depois de anos em instalações provisórias, o prédio da Fatec São Carlos finalmente começa a sair do papel. Reunião no Centro Paula Souza alinhou projeto executivo, cronograma e detalhes técnicos. Se tudo correr como previsto, a obra será licitada no segundo semestre e o improviso vira passado.
R$ 50 MILHÕES
Com investimento estimado em R$ 50 milhões do governo do Estado, o novo prédio promete salas, laboratórios, biblioteca, quadra e tecnologia de sobra. Roselei Françoso (MDB) garante que os recursos estão assegurados e o cronograma definido. Agora é torcer para que a obra ande no ritmo da expectativa — e não no tempo da promessa.
PRAÇA CARECA
Em Ribeirão Bonito, a Praça Richard Luiz Artali acordou diferente: cadê as árvores? Décadas de sombra, história e passarinho migratório foram substituídas por tocos e indignação. Tinha castanheira, tinha cedro ameaçado de extinção… agora só tem pergunta no ar.
LAUDO INVISÍVEL
Segundo informações repassadas à coluna, a justificativa teria sido “risco à segurança”, mas o laudo técnico ninguém achou. O Meio Ambiente diz que não viu, moradores dizem que não viram, e os troncos no chão também não mostram doença nenhuma. Agora o caso vai parar no Ministério Público. Quando o documento não aparece, a investigação aparece rapidinho.
