Avaliar aspectos relacionados à alimentação e à composição corporal de pessoas com osteoartrite de joelho, mais conhecida como artrose. Esse é o objetivo central de uma pesquisa de mestrado em Fisioterapia da UFSCar. O estudo oferece ainda 30 vagas para participação de novos voluntários que passarão por testes e avaliações gratuitos na Instituição.
O projeto é desenvolvido pela mestranda Roberta Freitas Tizziotti, sob orientação de Stela Márcia Mattiello, professora do Departamento de Fisioterapia da Universidade. A pesquisadora aponta que o estudo pretende compreender melhor a qualidade da alimentação de pessoas com osteoartrite de joelho e sua possível relação com a saúde muscular. “Essas informações são importantes porque podem ajudar a identificar hábitos alimentares que precisam de atenção e contribuir para estratégias de cuidado que melhorem a saúde e a qualidade de vida dessas pessoas”, explica Tizziotti.
De acordo com ela, a alimentação pode influenciar a saúde das articulações e dos músculos. “Uma alimentação inadequada pode favorecer o excesso de gordura corporal, a inflamação e a perda de massa muscular, fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento e à progressão da osteoartrite/artrose de joelho”, pontua. Por outro lado, a pesquisadora destaca que uma alimentação equilibrada pode contribuir para a manutenção da saúde muscular e para o controle desses fatores.
A expectativa é que a pesquisa realmente identifique como a qualidade da alimentação está relacionada à saúde muscular de pessoas com osteoartrite de joelho. Tizziotti indica que os resultados poderão contribuir para orientar futuras recomendações alimentares e estratégias de prevenção e cuidado, buscando preservar a força muscular e melhorar a qualidade de vida.
“A osteoartrite de joelho é uma condição que pode comprometer a mobilidade e a qualidade de vida. Compreender melhor a relação entre alimentação e saúde muscular pode abrir caminhos para novas estratégias de cuidado, considerando que a alimentação é um fator que pode ser modificado no dia a dia”, reflete a pesquisadora sobre a importância do estudo.
Para desenvolver o projeto, há 30 vagas para pessoas voluntárias, que precisam ter idade a partir de 50 anos, diagnóstico de osteoartrite de joelho e dor na articulação, há, no mínimo, três meses. Os participantes passarão por avaliação da qualidade da alimentação, avaliação antropométrica, avaliação da força muscular e da composição corporal, que serão realizadas em visita única ao laboratório na Universidade.
As pessoas interessadas podem entrar em contato pelo WhatsApp (19) 99260-0622, ou pelo QR Code disponível no folder da pesquisa.
