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Prefeita propõe reajuste a servidores de 4,51%

Aumento foi de 15% nos 2 últimos anos; prefeita afirma que tenta compensar oferecendo um “generoso” aumento no valor do Cartão Alimentação

10/03/2024 08h05 - Atualizado há 1 mês Publicado por: Redação
Prefeita propõe reajuste a servidores de 4,51% Divulgação

A prefeita Dona Graça Zucchi Moares anunciou ontem em sua página no Facebook, que está oferecendo ao SINDITANCO (Sindicato dos Trabalhadores dos Municípios de Itirapina, Analândia e Corumbataí) uma proposta de acordo coletivo com reajuste salarial de 4,51%, que é a correção da inflação do período pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado). Agora caberá ao Sindicato realizar assembleia com os trabalhadores que podem aprovar ou rejeitar a proposta até que a negociação seja fechada.

A prefeita afirmou também que embora tenha dado reajustes de 15% em 2022 e 2023, agora não tem condições de oferecer um aumento tão bom, com ganho real. E prometeu compensar a drástica redução do reajuste salarial com um aumento no Cartão Alimentação. Ela disse que, por sugestão do SINDITANCO, resolveu reduzir as faixas salariais visando o cartão. Assim, segundo ela, os servidores que ganham até 3 salários mínimos terão o cartão reajustado de R$ 760 para R$ 1.250,00 e os que ganham mais de 3 salários mínimos terão o cartão aumentado de R$ 520,00 para R$ 1.050,00.

“Com o cartão a família pode comprar seu próprio alimento e fazer a sua própria cesta básica. Neste ano como não foi possível um reajuste igual ao dos anos anteriores, resolvi compensar oferecendo um aumento mais generoso no Cartão Alimentação”, afirmou a prefeita Dona Graça.

O acordo coletivo, que também inclui várias outras cláusulas sociais e econômicas interessa a  cerca de 1.300 servidores públicos municipais. Após aprovado pelos trabalhadores, ele será assinado entre as partes e depois se tornará um projeto de lei a ser votado na Câmara Municipal.

Por ser um ano eleitoral, se o reajuste não for homologado em lei até o dia 31 de março ele não poderá mais ser concedido.  Em 2000, o então prefeito de São Carlos, Dagnone de Melo, concedeu o reajuste no dia 1 de abril e teve que revogar a lei. Com ele era candidato à reeleição, teve que cancelar o aumento para os funcionários ou ficaria inelegível.

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