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Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Dogma é celebrado solenemente no dia 15 de agosto, mas Igreja no Brasil celebra Solenidade no domingo seguinte

20/08/2023 08h25 - Atualizado há 8 meses Publicado por: Redação
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Dia quinze de agosto passado a Igreja Católica comemorou  a Assunção de Nossa Senhora.

Este dogma é celebrado solenemente no dia quinze de agosto, mas a Igreja no Brasil celebra a Solenidade no domingo seguinte.

Em 1950, o Papa Pio XII definiu como verdade de fé: “É dogma revelado por Deus que a Imaculada Mãe de Deus, a Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória celestial”. Mas a Solenidade é mais antiga.

Era a “Dormição” de Maria e a transferência de seu corpo para o paraíso. Em Jerusalém, fazia-se uma procissão ao túmulo de Maria.

Na celebração desta solenidade, em 2010, o Papa Bento XVI destacou a importância dessa data. “Nesta solenidade da Assunção, contemplamos Maria: ela nos enche de esperança a um futuro repleto de alegria e nos ensina o caminho para alcançá-lo: acolher na fé o Seu Filho; nunca perder a amizade com Ele, deixando-nos iluminar e guiar pela Sua Palavra; segui-lo cada dia, inclusive naqueles momentos nos quais sentimos que nossas cruzes ficam pesadas. Maria, a arca da Aliança que habita no santuário do céu, nos indica com claridade luminosa que estamos em caminha à nossa verdadeira Casa, a comunhão da alegria e da paz com Deus”.

O Catecismo da Igreja Católica explica que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

O Papa João Paulo II, em uma de suas catequeses sobre a Assunção, disse: “O dogma da Assunção, afirma que o corpo de Maria foi glorificado depois de sua morte. Com efeito, enquanto para os demais homens a ressurreição dos corpos ocorrerá no fim do mundo, para Maria a glorificação do seu corpo se antecipou por singular privilégio”.

“Contemplando o mistério da Assunção da Virgem, é possível compreender o plano da Providência Divina com respeito a humanidade: depois de Cristo, Verbo Encarnado, Maria é a primeira criatura humana que realizou o ideal escatológico, antecipando a plenitude da felicidade prometida aos eleitos mediante a ressurreição dos corpos”, declarou São João Paulo II, na audiência geral de 9 de julho de 1997.

Ao celebrar esta solenidade em 1997, João Paulo II indicou: “Maria Santíssima nos mostra o destino final dos que ‘escutam a Palavra de Deus e a cumprem’ (Lc 11,28). Estimula-nos a elevar nosso olhar às alturas onde se encontra Cristo, sentado à direita do Pai, e onde também está a humilde escrava de Nazaré, já na glória celestial”.

O Dogma da Assunção de Nossa Senhora

Segundo a tradição e a teologia da Igreja Católica, a Assunção de Nossa Senhora é a celebração de quando o corpo e a alma de Maria, Mãe de Jesus Cristo, foram glorificados e levados ao Céu no final da sua vida terrena. Não deve ser confundido com a Ascensão, a qual se refere a Jesus Cristo.

Diz-se que a ressurreição dos corpos acontecerá no final dos tempos, mas no caso de Maria este acontecimento foi antecipado por um privilégio singular.

Este dogma também é celebrado pela Igreja ortodoxa.

 

Deus abençoe você!

 

Missão Consagra-te

Gisele Botêga

Historiadora e Bacharel em Direito com Especialização em Direito Canônico pela Faculdade de Direito Canônico São Paulo Apóstolo

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