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Ex-prefeito de Porto Ferreira desenvolve projeto antidrogas

16/03/2013 14h51 - Atualizado há 11 anos Publicado por: Redação
Ex-prefeito de Porto Ferreira desenvolve projeto antidrogas

O ex-prefeito de Porto Ferreira, Maurício Sponton Rasi, que atua como delegado na cidade, apresentou projeto ao Ministério da Justiça projeto em que ele atuaria no próprio Ministério como um orientador e incentivador da criação de redes de proteção de combate às drogas. Segundo ele, o Ministério aceitou o projeto, cabendo agora ao governo de Estado a sua liberação e remanejamento.

 

“Estamos começando um projeto que é o de debater de maneira mais exaustiva a questão da drogadição, no nível dos municípios, das prefeituras. Saímos de um mandato de 8 anos em Porto Ferreira com algumas experiências de prevenção, de articulação de aspectos educacionais, políticas de enfrentamento, redes de proteção, identificação de alunos que fizeram uso leve, e essas experiências deram certo”, explica Rasi.

Segundo ele, as prefeituras estão distantes das políticas do governo federal e do governo do Estado e enquanto essas políticas não se aproximarem das realidades dos municípios, eles não vão conseguir fazer prevenção articulada, nem pensar em prevenção secundária (ambulatorial), nem não vão conseguir fazer comunidades terapêuticas.  

“A experiência que vivi como delegado, como diretor de cadeia, como presidente da ONG Casa do Abrigo (que trabalhou com adolescentes em situação de risco social e pessoal), e a experiência de prefeito pode fazer com que a gente consiga de aproximar. E é esse projeto que está sendo apresentado ao Ministério da Justiça, e essa articulação política está sendo feita para potencializar isso nas prefeituras. A ideia é fazer com que os município entendam o que é rede de proteção e comecem a atuar em rede”, explica o ex-prefeito.

A atuação em rede significa que várias áreas da administração (segurança, saúde, infância e juventude, educação…) agirem de modo articulado e coerente: “Os prefeitos precisam entender a dinâmica primeiramente. Depois ele pode fazer a articulação por meio de decretos e portarias, ele traz todo mundo para o mesmo bojo através de um decreto municipal, criando conselho, criando grupo de estudos. Se cada um falar por si não vai ter articulação e nem política única”, explica.

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