FEIRÃO DO SONHO
Na São Carlos FM, Cesinha Maragno explicou que o Feirão da Casa Própria chega com 125 cartas de crédito de R$ 11 mil, somando R$ 1,375 milhão em investimento do Governo do Estado. O dinheiro ajuda na entrada do imóvel e não precisa ser devolvido. Ou seja: é raro, mas, desta vez, a palavra “crédito” veio sem susto no boleto.
NÃO VÁ DE MÃO ABANANDO
Cesinha avisou: quem for ao feirão deve levar CPF, RG, comprovante de renda, comprovante de endereço e, se for casado, certidão de casamento. Mas até com CPF já dá para começar a conversa e descobrir a situação. Em feirão de imóvel, o sonho é grande, mas a papelada também gosta de aparecer na foto.
CORRE QUE ACABA
Serão 125 cartas de crédito, e Cesinha lembrou que, em feirão, passa muita gente e as aprovações costumam andar rápido. Quem tem pendência no nome ainda pode descobrir o problema e tentar resolver. Casa própria é assim: quem chega cedo escolhe melhor; quem deixa para depois pode acabar escolhendo só a fila.
XANDÃO NO BATENTE
O diretor da MP Promoções, Eric Moura, conseguiu o que muita gente julgava impossível: colocar o Xandão para trabalhar. Dizem que ele foi visto colando adesivos nos carros. Depois desse fenômeno, a organização já estuda incluir capa de chuva contra dilúvios no kit do evento. Brincadeira, meu!
REI NO TRONO
Com a montagem tranquila, Bira Teixeira anda tão sossegado que nem apareceu para a entrevista na São Carlos FM. Mandou apenas o Eric representá-lo enquanto permanecia “no trono”. Rainha do Rodeio já tem concurso; o rei, pelo visto, foi escolhido por aclamação e sem precisar sair do trono, se é que me entende!
NETTO NO TOURO
Depois de acompanhar a montagem da festa, o prefeito Netto Donato (PP) ganhou uma nova missão: montar no touro. Bira prometeu cuidar do desafio e já estaria amansando o animal no quintal. Resta saber quem vai pedir arrego primeiro: o boi ou o prefeito?
DERRITE NO ATAQUE
Na passagem por São Carlos, Guilherme Derrite colocou a segurança pública no centro do discurso e disse que pretende levar ao Senado a experiência de quase 20 anos na Polícia Militar, além da atuação como deputado e secretário. Falou em endurecer regras, combater a “porta giratória” do sistema prisional e mexer na progressão de pena. Pelo tom, não foi discurso de pré-campanha com água morna: foi sirene ligada e giroflex aceso.
PESQUISA NO ALVO
Derrite também mirou nas pesquisas eleitorais e criticou levantamentos que, segundo ele, já erraram feio em eleições anteriores. Disse confiar mais na “pesquisa da rua”, aquela do aperto de mão, do cumprimento e do termômetro do interior. Em campanha, é assim: quando a pesquisa agrada, vira retrato; quando incomoda, vira metodologia suspeita.
UNIÃO COM PULSEIRA
Mais de mil pessoas prestigiaram, no Ítalo Brasileiro, o lançamento oficial da pré-candidatura de Júlio César a deputado estadual. O evento teve Netto Donato (PP), Lucão Fernandes (PP), Guilherme Derrite (PP), Maurício Neves (PP), André do Prado (PL), Dr. Lapena (PL) e Dagnone de Melo. Teve até pulseirinha colorida de área reservada: uns entravam, outros ficavam só olhando. Em política, até a união às vezes vem com controle de acesso.
PP MEIO TÍMIDO
Thiago de Jesus (MDB), Sérgio Rocha (PRD), Malabim (PRD) e Moisés Lazarini (PL) também prestigiaram o evento. Mas um detalhe chamou a atenção: mesmo com a presença do deputado federal Maurício Neves, liderança máxima do PP, o único vereador do partido na Câmara que apareceu foi o presidente Lucão Fernandes. Pelo jeito, o PP foi ao evento, mas não levou a bancada inteira na bagagem.
FLÁVIO NA TELA
O pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), participou por poucos minutos por vídeo e reforçou a importância da eleição dos nomes do palanque. Foi rápido, direto e virtual. Como ele não veio presencialmente, pelo menos entrou pela tela. Em tempos modernos, até apoio político pode chegar por chamada de vídeo.
CHAMADA GERAL
Mesmo com cobranças internas, vários cargos de confiança do alto escalão e outros comissionados não apareceram no lançamento de Júlio César. Nos bastidores, dizem que teve chamada, olheiro e anotação de ausência. Depois, se o telefone tocar com conversa sobre exoneração, ninguém pode dizer que foi pego de surpresa: em política, falta também entra na ata invisível.
AMNÉSIA SELETIVA
Durante evento em São Carlos, André do Prado (PL), pré-candidato ao Senado, cutucou Marina Silva e Simone Tebet ao dizer que São Paulo não admite aventureiros. A indireta foi clara: Marina é do Acre e Tebet, de Mato Grosso do Sul. O discurso arrancou aplausos, mas também levantou sobrancelhas. Afinal, em política, o CEP dos outros sempre incomoda mais.
ESQUECEU DO ALIADO
O problema é que André parece ter esquecido um detalhe básico: Tarcísio de Freitas, seu principal aliado, nasceu no Rio de Janeiro e fez carreira também em Brasília antes de governar São Paulo. Aí complica. Quando o “forasteiro” é adversário, vira aventureiro; quando é aliado, vira gestor preparado. Memória política, pelo jeito, também trabalha em horário eleitoral.
LAPENA NO EIXO
Quem também marcou presença foi o prefeito de Araraquara, Dr. Lapena (PL). Com Edinho Silva fora do comando da cidade vizinha, o antigo protagonismo político de Araraquara parece ter mudado de endereço e estacionado em São Carlos. Lapena até veio para a foto, mas o centro da mesa, por enquanto, tem sotaque são-carlense.
CONSELHO PODEROSO
Nos bastidores, dizem que Lapena recebeu conselhos “valiosos” de um jornalista não muito fã da direita durante o evento. O conselheiro teria avisado que, se o prefeito não seguir suas dicas, pode esquecer a reeleição. Olha a força da caneta: não disputa eleição, mas já quer apitar até o placar da urna. Eita!








