COLHEITA DE PESO
A dirigente regional de ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, levou à São Carlos FM números que não passam despercebidos: 21 alunos aprovados na USP, 13 na Unesp, 4 na Unicamp, 51 na Fatec e mais uma vaga em Medicina. Para quem acompanha a educação pública de perto, isso não é sorte — é trabalho acumulado.
PRAZO NÃO PERDOA
Atenção, aprovados no Provão Paulista: a matrícula tem prazo curtíssimo. Primeira chamada, só hoje e amanhã. Segunda chamada, dia 26, com matrícula nos dias 27 e 28. Terceira chamada, dia 2 de fevereiro, com matrícula nos dias 3 e 4. Vacilou, a vaga passa para o próximo da fila. Simples e sem choro.
CÍVICO-MILITAR SEM MITO
A primeira Escola Cívico-Militar de São Carlos, na unidade Arlindo Bittencourt, passa por reforma pesada: refeitório totalmente novo, troca de pisos, pintura geral, banheiros adaptados e acessibilidade. E fique claro: é escola, não quartel. Currículo paulista, projeto pedagógico da unidade e professores da casa.
TRÊS POLICIAIS, FUNÇÃO DEFINIDA
Serão três policiais da reserva atuando exclusivamente em atividades extraclasse. Não entram em sala, não substituem professores e não “retiram aluno”. O foco é apoio à gestão, organização, disciplina e conduta cívica. A direção continua com a diretora Joyce, escolhida justamente pelo perfil.
DISCIPLINA COM ACOLHIMENTO
Além do programa Cívico-Militar, a escola também contará com o Conviva, voltado ao enfrentamento do bullying, do racismo e de conflitos. Disciplina não vem sozinha: vem acompanhada de acolhimento, mediação e respeito. Onde não há convivência, não há aprendizagem — e isso os índices de IDEB e IDESP já mostraram.
JUSTIÇA SEJA FEITA
Antes que alguém vista a carapuça errada: a coluna nunca generalizou críticas aos servidores públicos. Toda regra tem exceção — e o bom servidor sabe disso sem precisar de recado. Consciência tranquila, atendimento bem feito e problema resolvido não fazem barulho, mas fazem muita diferença.
AUTORRETRATO
Servidor público não precisa de espelho nem de legenda: basta olhar para a própria rotina. Quem atende bem sabe. Quem resolve, também. E quem empurra com a barriga… esse geralmente reclama da coluna Torpedos.
FRONT
Registro obrigatório: serviços essenciais merecem aplauso de pé. Saúde, educação, transporte, segurança, água e esgoto e coleta de lixo seguraram a cidade durante a pandemia. Enquanto muitos ficaram em casa, esses servidores estavam no front — e não era metáfora. Arriscaram a própria vida para manter tudo funcionando. Memória curta não é virtude.
FELIZ ANIVERSÁRIO
A primeira-dama Herica Ricci Donatto comemorou mais um ano de vida. O Jornal Primeira Página registra os parabéns. Justiça seja feita: além do bolo, Herica segue entregando trabalho no Fundo Social de Solidariedade. E ali não é só foto — é muito trabalho mesmo.
1 SEMANA
Daqui a exatos sete dias acontece a primeira sessão ordinária de 2026. O ano mal começou e já há três projetos de lei protocolados e mais de cem requerimentos. Pelo aquecimento, a largada promete ser em ritmo de maratona — e sem aquecimento.
UNIDOS
Um vereador que andava fora do governo pode estar prestes a voltar para o abraço com o prefeito Netto Donato (PP). 2026 mal começou e já dá sinais de que será o ano das reconciliações políticas. União faz a força… principalmente quando o calendário aperta.
PROPOSTA
Os vereadores Bruno Zancheta e Elton Carvalho, ambos do Republicanos, protocolaram projeto que endurece regras para o acesso ao serviço público. A ideia é barrar condenados por maus-tratos a animais de cargos e contratos com o poder público. Tema sensível, proposta forte e debate garantido no plenário.
INCOERÊNCIA
Curiosidade de bastidor: um servidor teria sido retirado de função gratificada após acusação de maus-tratos a animais. Sem condenação, sem sentença, sem trânsito em julgado. A punição veio antes do processo. Justiça rápida ou pressa seletiva? Fica a reflexão.
BURACOS
Depois de cutucada da coluna, o vereador Djalma Nery (PSOL) protocolou requerimento pedindo informações sobre o planejamento do tapa-buracos no primeiro semestre de 2026. Se vai tapar, quando e onde — porque buraco, como a população sabe, não falta.
