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Família em Ibaté luta para salvar a vida do filho e precisa de ajuda

28/01/2017 14h47 - Atualizado há 7 anos Publicado por: Redação
Família em Ibaté luta para salvar a vida do filho e precisa de ajuda

Desde o nascimento, o Gui sofre com uma doença genética chamada “fibrose cística”, a qual afeta as células que produzem muco, suor e sucos gástricos, obstruindo os tubos, dutos e canais, dificultando muito a sua respiração. “Quando o quadro piora, a gente tem que correr para o hospital e ele acaba ficando internado para equilibrar a oxigenação com os batimentos cardíacos”, contou os pais Gilson Bessa Sampaio e Nice.

A família, que mora no recém inaugurado Jardim do Bosque, em uma casa que está financiada, já perderam uma filha aos 8 anos e 6 meses, com a mesma doença.

Ao falar da perda da filha, Gilson foi até ao quarto e trouxe um quadro, com várias fotos da menina. “Não queremos perder o Gui também. Vamos fazer tudo o que for possível para salvar a vida do nosso filho. Se ela estivesse viva, teria hoje 14 anos de idade”.

Gilson relata que a doença é detectada durante o exame do pesinho. “Desde o nascimento, o Gui iniciou o tratamento, mas a doença vem evoluindo com o tempo. As pessoas entendem que ao ficar maior vai ganhando resistência, porém, com a fibrose cística é ao contrário, quanto mais tempo, mais ela prejudica o pulmão”, contou.

Gui iniciou seu tratamento em Ribeirão Preto, mas, há cerca de 3 anos, a família decidiu transferi-lo para Campinas. O atendimento tem sido realizado via Sistema Único de Saúde (SUS) e, de acordo com os pais, o medicamento é fornecido pelo Estado. “Porém, além da fibrose, o Gui tem epilepsia e os remédios não são fornecidos via SUS. Gastamos cerca de R$ 350 por mês, com esses medicamentos”, contou Gilson.

Em consequência da agravação da doença, os médicos decidiram pela realização de um transplante de pulmão. “Os papeis já foram encaminhados para São Paulo e já temos uma consulta agendada para o final de março e, automaticamente, ele entrará para a fila desse transplante”, contou Gilson.

Ocorre que a família terá que morar em São Paulo. “Durante esse tempo de espera na fila pelo transplante, nós teremos gastos com aluguel, alimentação e outras despesas na capital. Na verdade, teremos duas despesas, porque vou ter que conciliar trabalho aqui com o tratamento dele e minha esposa vai ficar com ele lá em São Paulo, fora isso, alguns móveis e objetos necessários como cama, fogão e geladeira, que teremos que comprar lá e não temos condições para isso”, explicou o pai do Gui.

Pensando nessas dificuldades, a família decidiu lançar uma Campanha para arrecadar recursos para sanar esses gastos. “Além de rifas, nós começamos agora, a vender camisetas. A gente compra e vende para que possamos coletar esse dinheiro que servirá para a compra dos remédios do Gui e a manutenção da nossa família durante o tempo de espera pelo transplante”, contou.

A camiseta da campanha está sendo vendida ao valor de R$ 37 (de cor preta) e R$ 30 (de cor branca). A causa é muito nobre e aqueles que quiserem colaborar e adquirir essas camisetas podem entrar em contato pelos fones (16) 99272.6366 (com Gilson) e o 99252.2543 (com Nice). “Quem também quiser vir visitar o Gui, pode entrar em contato por esses telefones. A gente quer a mais absoluta transparência para que todos possam ver que, realmente, estamos precisando da ajuda”, frisou.  

Se você, além de adquirir as camisetas, quiser fazer doação em dinheiro pode depositar diretamente nas contas da campanha “Ajude o Gui” com os dados abaixo:

 

Banco do Bradesco

Agência: 0307-7

Conta Poupança: 23170-3

 

Gilson Bessa Sampaio

Caixa Econômica Federal

Agência: 2095

Conta Poupança: 00000787-6

Gilson Bessa Sampaio

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